Arsenuríneos (cientificamente denominados Arsenurinae) são uma subfamília de insetos pertencentes à família Saturniidae da ordem Lepidoptera, proposta por Heinrich Ernst Karl Jordan em 1922 e composta por mariposas, ou traças, noturnas e exclusivas da região neotropical das Américas, contendo dez gêneros inseridos em duas tribos constituídas por espécies geralmente grandes e com cor de fundo cinza ou castanha. Como uma regra mais ou menos geral nessa família o tamanho do corpo desses insetos é relativamente pequeno em relação ao tamanho de suas asas, embora seja robusto; as asas sendo de formatos variáveis, especialmente a posterior, que pode ser dotada de uma cauda mais ou menos longa; atingindo o seu limite no gênero Copiopteryx, que é dotado de caudas tão longas quanto as suas próprias asas. No passado as mariposas Arsenurinae foram colocadas em famílias distintas da família Saturniidae (Adelocephalidae; Arsenuridae; Ceratocampidae; Citheroniidae; Rhescyntidae; Sphingicampidae; Syssphingidae), com outros gêneros; havendo a suposição de que pareçam ser um grupo relicto, com poucos representantes extantes.

Classificação de Arsenurinae: tribos e gêneros Tribo Almeidaini Lemaire, 1980 Almeidaia Travassos, 1937 Tribo Arsenurini Jordan, 1922 Arsenura Duncan, 1841 Caio Travassos & Noronha, 1968 Copiopteryx Duncan, 1841 Dysdaemonia Hübner, Grammopelta Rothschild, 1907 Loxolomia Maassen, 1869 Paradaemonia Bouvier, 1925 Rhescyntis Hübner, Titaea Hübner,

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