A Operação Maet, deflagrada em 16 de dezembro de 2010, denunciou (em 3 de dezembro de 2017) 16 suspeitos (entre desembargadores, procuradores-gerais, servidores do Poder Judiciário e advogados). Os acusados, segundo a investigação, estariam envolvidos em esquemas de venda de sentenças e de fraudes em cobranças de precatórios. A operação foi batizada desta forma em homenagem à deusa da justiça da mitologia egípcia, Maet.
Principais Envolvidos Willamara Neila de Almeida (desembargadora e presidente do Tribunal de Justiça). Carlos Luiz de Souza (desembargador). Liberato Póvoa (desembargador). Dagoberto Pinheiro Andrade Filho (assessor). Manoel Pedro de Andrade (assessor). Antônio dos Reis Calçado Júnior (advogado). Francisco Deliane e Silva (advogado). Germiro Moretti (advogado). João Batista Marques Barcelos (advogado). Joaquim Gonzaga Neto (advogado). José Carlos Ferreira. Valker de Montemor Quagliarello.
Linha do tempo da operação
16 de dezembro de 2010 Após 6 meses de investigação, a Polícia Federal deflagra a Operação Maet. Naquela manhã, 120 agentes da Polícia Federal e integrantes da Polícia Civil e Polícia Militar cumpriram 9 mandados de condução coercitiva e de busca e apreensão em 20 endereços dos municípios de Palmas e Araguaína, além de interromperem as atividades do Tribunal de Justiça naquela manhã. As buscas resultaram na apreensão de R$ 375.000,00, pendrives, documentos, 5 armas de fogo e munição.
31 de dezembro de 2010 O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) encaminha um habeas corpus ao Supremo Tribunal Federal, solicitando a anulação da decisão de afastar provisoriamente a desembargadora Willamara Neila. Ele alegou que a medida havia sido tomada antes mesmo de a denúncia ter sido efetuada. Ele também pondera que não fora apresentada nenhuma evidência contra a acusada.
Categoria:Escândalos de corrupção no Brasil na década de 2010 Categoria:2010 na política do Brasil