Apocalipse 15 é o décimo-quinto capítulo do Livro do Apocalipse (também chamado de "Apocalipse de João") no Novo Testamento da Bíblia cristã.Halley, Henry H. Halley's Bible Handbook: an abbreviated Bible commentary. 23rd edition. Zondervan Publishing House. 1962.Holman Illustrated Bible Handbook. Holman Bible Publishers, Nashville, Tennessee. 2012. O livro todo é tradicionalmente atribuído a João de Patmos, uma figura geralmente identificada como sendo o apóstolo João.

Este capítulo é um prelúdio à narrativa das sete taças.

Texto O texto original está escrito em grego koiné e contém 8 versículos. Alguns dos mais antigos manuscritos contendo porções deste capítulo são: Papiro 115 ( 275, versículos 1, 4-7) Papiro 47 (século III, completo) Papiro 43 (século VI/VII, versículo 8) Codex Sinaiticus (330-360, completo) Codex Alexandrinus (400-440, completo) Codex Ephraemi Rescriptus ( 450, completo)

Estrutura thumb|direita|upright=1.3|"As sete taças do Apocalipse"Iluminura da Bíblia de Ottheinrich (1530-1532). Este curtíssimo capítulo pode ser dividido em duas seções distintas: "O Cântico do Cordeiro" (versículos 1-4) "Prelúdio ao Julgamento das Taças" (versículos 5-8)

Conteúdo Este capítulo serve de prelúdio para a narrativa das sete taças, as "sete últimas pragas" segundo João, que "consumam a ira de Deus", cada uma delas nas mãos de um anjo. Os que venceram a besta em Apocalipse 14 entoam o "cântico de Moisés" e o "cântico do Cordeiro" enaltecendo Deus (). Depois dos cânticos, as quatro criaturas viventes deram aos anjos "sete taças de ouro cheias da ira de Deus". O santuário de Deus se fechou e ninguém mais pôde entrar enquanto não se cumprissem as pragas ().

Ligações externas

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