O parque aquático "The Waves" funcionou durante os anos de 1991 a 1995 numa área construída de 13.500 m² num terreno de 57.000 m², na Avenida Guido Caloi, altura do número 57, perto da ponte João Dias, no bairro do Jardim São Luís, localizado na Zona Sul da cidade de São Paulo.

Foi projetado pelo arquiteto Ruy Ohtake e recebeu o paisagismo de Roberto Burle Marx. A construção ficou a cargo da Mentha Empreendimentos Comerciais S/A que o entregou em novembro de 1990 num custo de mais de US$ 30 milhões.

O parque dispunha de piscinas com ondas, de água salgada e aquecida, Whirl Pools - piscina com águas turbulentas - tobogãs para ambientes fechados e abertos, escorregadores aquáticos, sauna seca e úmida, solarium natural e artificial - ultravioleta - e fonte luminosa. Havia outras instalações de apoio como lanchonetes, bares e estacionamentos que comportava 2000 carros por dia. Foi o único parque dessa natureza localizado dentro da cidade de São Paulo.

Todos os frequentadores eram submetidos a exames médicos obrigatórios a cada visita ao parque. Cada ingresso dava direito à permanência de três horas, sendo o excedente cobrado na saída.

O "The Waves" foi idealizado para funcionar 20 horas por dia, 365 dias por ano. Com o tempo, passou a ficar aberto apenas 10 horas aos sábados e domingos e 8 horas nos dias úteis. O parque começou a operar com 220 funcionários, porém, antes da venda, só restavam 50 funcionários.

Depois de sucessivos prejuízos, o grupo suíço Amanco, do ramo de materiais de construção, que administrava o parque desde sua inauguração, colocou-o à venda, sendo comprado mais tarde pelo grupo Pão de Açúcar, que o demoliu e construiu um hipermercado no lugar.

O caráter sazonal do empreendimento é a explicação dada para os prejuízos — o movimento estava concentrado nos dias de sol e nos períodos de férias. 

Referências bibliográficas

Categoria:Parques aquáticos do Brasil