Lúcio Valério Flaco (; m. ) foi um político romano eleito pretor em 63 a.C.. Ele era filho de Lúcio Valério Flaco, cônsul sufecto em 86 a.C. e procônsul da Ásia por volta de 92 a.C., e sobrinho de Caio Valério Flaco, cônsul em 93 a.C..
Carreira Serviu na Ásia com seu pai, mas fugiu para junto de seu tio, que estava na Gália, quando ele foi assassinado por Caio Flávio Fímbria (82-81 a.C.). Depois, serviu como tribuno militar na Cilícia (78-76 a.C.) sob Públio Servílio Vácia e questor na Hispânia sob Marco Púpio Pisão. Durante a Segunda Guerra Mitridática, seviu como legado de Pompeu (66-64 a.C.)Dião Cássio, História Romana XXXVI, 54.2.. Foi ainda legado de Quinto Cecílio Metelo Crético em Creta e, depois de ser pretor urbano com Cícero durante a Conspiração de Catilina (63 a.C.), seguiu os passos de seu pai como governador romano da Ásia (propretor) entre 62 e 61 a.C.. Dois anos depois, foi acusado de extorsão, mas Cícero o defendeu num discurso. O último registro de Flaco na história foi como legado de Lúcio Calpúrnio Pisão Cesonino na Macedônia entre 57 e 56 a.C..
Bibliografia
Categoria:Romanos antigos do século I a.C. Categoria:Pretores da República Romana Categoria:Governadores romanos da Ásia Categoria:Questores da República Romana Categoria:Ano de nascimento desconhecido Categoria:Ano de morte desconhecido Categoria:Mortos no século I a.C. Categoria:Segunda Guerra Mitridática Categoria:Conspiração de Catilina