Marco Mécio Céler () foi um político e militar romano nomeado cônsul sufecto para o nundínio de abril a maio de 101 com Caio Sertório Broco Quinto Serveu Inocente. Era oriundo da Hispânia Tarraconense.Der Neue Pauly, Stuttgardiae 1999, T. 7, c. 636. No final do reinado de Domiciano, por volta de 94, foi legado de uma legião na Síria e o poeta Estácio dedicou um poema à sua partida.Estácio, Silves, III, 2.
Origem Como os elementos finais de seu nome são os mesmos dos do cônsul em 100, Lúcio Róscio Eliano Mécio Céler, alguns especialistas sugerem que os dois eram irmãos e que este teria sido adotado por um Lúcio Róscio. Porém, Olli Salomies endossa a hipótese de Ronald Syme de que ele seria filho de Marco Róscio Célio, cônsul em 81, que se casou com uma tia do cônsul em 101 e que o nome dela passou para o filho do casal. Assim, ao invés de irmãos, os dois Mécios Céleres seriam primos.Olli Salomies, Adoptive and polyonymous nomenclature in the Roman Empire, (Helsinski: Societas Scientiarum Fenica, 1992), p. 134Der Neue Pauly, Stuttgardiae 1999, T. 10, c. 1137
Ver também
Categoria:Cônsules do Império Romano Categoria:Romanos antigos do século II Categoria:Romanos antigos do século I Categoria:Nascidos no século I Categoria:Ano de nascimento desconhecido Categoria:Mortos no século II Categoria:Ano de morte desconhecido Categoria:Maecii