Age of Empires III é um jogo de estratégia em tempo real desenvolvido pela Ensemble Studios e foi lançado pela Microsoft Game Studios. O Age of Empires III e o sucessor do Age of Empires II utiliza a história para fazer um jogo de estratégia em tempo real, onde uma nação tem que lutar contra a outra. O período de tempo vai desde a Era dos Descobrimentos até a Era Imperial, entre o e o .

Cada nação no Age of Empires III tem seus pontos fortes e seus pontos fracos. Por exemplo: ingleses têm uma economia forte, espanhóis recebem ajuda da Metrópole mais rápido, franceses têm maior ajuda dos nativos.

O grande diferencial deste jogo em relação às versões anteriores é que nessa versão o jogador ganha pontos de experiência ao coletar recursos, criar unidades ou construções e ao destruir unidades e construções inimigas para melhorar a sua capital. Com esses pontos de experiência, o jogador pode escolher "cartas" que servem para adquirir mais tropas, recursos ou melhorias e também recebe pontos para alterar a aparência da capital. Esses dois fatores tornam o jogo mais interessante pois um bom baralho pode fornecer uma excelente base para os fatores econômicos ou militares de sua colônia. As cartas são muito variadas: dependendo de seu estilo de baralho você pode formar um exército inteiro apenas usando suas cartas, ou fortalecer sua economia.

Além disto o jogo apresenta uma nova campanha, com 24 missões divididas em três atos. Também há um novo sistema de produção de unidades sendo possível, em alguns casos, criar até cinco unidades ao mesmo tempo. O jogo conta com o motor de física Havok 2, que produz um gráfico mais realista, emprega mais individualismo nas unidades e ambientes destrutíveis. Diferente dos outros jogos da consagrada série, nesta versão aparecem destroços de construções ao utilizar canhões, você poderá ver balas de canhão voando e soldados sendo arremessados ao ar enquanto são acertados por enormes bolas de aço, soltando suas armas. Toda essa atmosfera torna este o jogo mais realista da série, dando mais emoção a ele, já que você pode assistir ao seu exército levantando as armas e gritando em comemoração ao final de cada batalha vencida.

Enredo Age of Empires III é fixado principalmente no Novo Mundo durante a época colonial, entre aproximadamente 1492 e 1850. Começando na Discovery Age (idade da descoberta), em que o jogador tem que se preocupar em ter uma boa economia, explorar bem o mapa (principalmente se for fazer um rush) e coletar tesouros.

Na Colonial Age (idade da colônia), o jogador já pode construir estábulo e quartel, mas ainda não podem fabricar canhões (esse esquema é usado na maioria das civilizações). A idade é decisiva é você poderá realizar o rush ou se concentrar na economia.

Na idade da fortaleza, já é possível construir uma fortaleza (com o auxílio da metrópole), treinar canhões, construir um arsenal, uma plantação de moedas e outras coisas. Uma partida pode acabar na terceira idade, principalmente se alguém jogar com espanhóis, alemães ou russos.

Na idade seguinte, você poderá treinar o melhor canhão, que, embora só ataque edificações e navios, causa muito dano e é mais barato. Muitos jogos acabam nessa idade. Na última, você poderá fazer um capitólio, que tem melhorias boas, inclusive uma que lhe permite ver tudo que seu inimigo tem.

Campanha A história usada no modo campanha consiste de cenários relacionados com objetivos fixados, tais como a destruição de um dado edifício. No Age of Empires III, a campanha conta a História da fictícia Família Black em uma série de três "Atos", que dividem a história em 3 gerações. Há fases em que o jogador tem que apenas se defender, outras que tem que destruir determinado edifício inimigo, que tem que tomar navios de ouro etc.

A campanha envolve elementos parecidos com o Age of Mythology: Surpresa, traição, alianças repentinas etc. A campanha também não é um fato histórico (diferente da expansão The Asian Dynasties) e sim uma aventura pelo período em que se passa o jogo: a colonização da América.

Primeiro Ato: Sangue

São três atos diferentes, todos da família Black. No primeiro ato, ambientado durante o século XVI, Morgan Black (um escocês) se une aos Cavaleiros de São João para defender a cidade de Malta dos Otomanos, liderados por Sahin "O Falcão", o principal general do sultão Solimão, o Magnífico. Depois de saírem vencedores, atacam os inimigos e explodem as minas onde eles guardavam suas armas. Eles descobrem que eles estão indo atrás da Fonte da Juventude, que fica na América.

No meio do caminho, eles são atacados por piratas de Lizzie. Após os vencer (a pirata não morre), chegam no novo mundo começam a atacar seus inimigos e fazer alianças com os nativos, inclusive salvando os templos astecas dos espanhóis, que estavam em busca de ouro.

Porém, Morgan precisava da ajuda de alguém para chegar a fonte da juventude. Ele encontra a pirata Lizzie, mostra ser forte e faz um acordo: ela lhe leva até a fonte e ele lhe dá o ouro que abriga as terras da fonte. Os espanhóis, são totalmente derrotados, após Morgan e seus exércitos tomarem seus navios de ouro.

Após chegar na fonte, o herói descobre que fora traído pelo cavaleiro inglês e este queria a fonte para ser imortal. Os otomanos, na verdade, estavam tentando impedir que isso ocorresse. Morgan toma um enorme e potente canhão e consegue destruir a Fonte da Juventude. Lizzie recusa o ouro e parte de volta para sua casa com um otamano e um inca. Morgan vive lá o resto de sua vida.

Jogabilidade No estilo dos jogos anteriores da série, o jogo obriga o jogador a desenvolver uma nação europeia colonial, progredindo através de "idades", fases de desenvolvimento tecnológico e destruir a colônia do inimigo. Existem dois principais ramos de jogabilidade: a economia, caracterizado pela coleta de recursos (madeira, alimentos e ouro. Não há pedra, como nos outros títulos da série), e a produção de unidades civis que coleta os recursos; os militares responsáveis por proteger a colônia e atacar a colônia inimiga, e os conflitos entre as equipes.

Uma partida é constituída por um conflito entre duas ou mais equipes que correr para desenvolver uma poderosa nação por criar e melhorar unidades e edifícios, com uma derrota do outra equipe por intermédio de combate ou demissão; o jogo termina quando existe apenas um jogador ou quando um jogador se rende.

Existem três modos de jogo: história baseado em campanhas, escaramuçador (conflitos entre equipes) e multijogador online ou em LAN.

Fundando a colônia Ao início da partida o jogador começará com alguns colonizadores, (geralmente 5,6 ou 7) um explorador e, em algumas civilizações, outras unidades. (Ver Explorador)

A metrópole enviará provisões para ajudar o jogador a começar, que podem ser caixotes com recursos que os colonizadores imediatamente começarão a coletar, um número de indivíduos, sejam guerreiros ou simplesmente colonizadores, avanços de tecnologia e até possibilidades de construções, como, por exemplo, fortes, centros da cidades, fábricas etc. Você possui um "baralho", cujas cartas você habilita com o passar do jogo e ajudam no desenvolvimento da colônia.

Pelo caminho, o jogador poderá encontrar tesouros, que podem ser coletados após serem eliminados todos os guardiões (quando existentes). A recompensa varia bastante, podendo, entre outras coisas, aumentar o total de vida do seu explorador, ganhar recursos (alimento, madeira ou moeda), receber uma porção de experiência, ganhar rebanho ou guerreiros.

Feitorias As feitorias são construções que podem ser erguidas pelos colonizadores ou pelo explorador que dão acesso a privilégios econômicos ou sociais. Um meio eficiente de conseguir experiência é construindo feitorias ao longo de uma rota comercial, o que lhe proporciona uma porção de experiência ou recurso para cada mercador que passar por sua feitoria. Também é possível melhorar a rota comercial para uma rota de diligências, ou até mesmo uma linha de trem, pois no início a feitoria é a trabalho dos índios à carroça. Nestes casos, terá um campo visual móvel frequente, e poderá solicitar que a diligência, ou o trem, tragam recursos à colónia.

Ainda estão disponíveis as aldeias de índios nativos, como os povos tupis e incas. O jogador é capaz de construir uma feitoria nestas aldeias e, assim, aliar-se a ela, adquirindo o conhecimento indígena na domesticação de animais nativos ou treinamento de soldados indígenas, que são uma boa opção, já que não ocupam espaço populacional.

Existe uma melhoria da metrópole que permite que feitorias ataquem, o que é um bom meio de defesa, para não precisar construir torres de defesa.

Construções Nota: foram nomeadas de uma maneira geral; os nomes podem variar de acordo com a civilização.

Centro Urbano: O centro de sua colônia. Cria colonizadores, fornece-lhes abrigo e recebe as provisões da metrópole. Casa/Solar: Aumenta o limite populacional em 10 unidades (Algumas unidades ocupam mais desse espaço do que outras). Quartel: Edificação onde treina-se infantaria. Coudelaria: Treina cavalaria. Fundição de Artilharia: Treina artilharia leve e pesada Mercado: Fornece melhorias econômicas e também trocas comerciais de moedas por alimentos ou madeira e vice-versa. Igreja: Treina sacerdotes que podem curar as unidades feridas. Fornece melhorias para as edificações. Torre de guerra: Excelente edificação de defesa, podendo ser melhorada com o tempo, chegando a disparar balas de canhão. Capitólio: Uma construção somente disponível na 5.ª era, que fornece melhorias muito avançadas, como saber onde estão todos os seus inimigos. Muralha: Fornece proteção e é uma ótima barragem. Moinho: Uma fonte infinita, mas lenta, de alimentos. Pode ser construída logo na primeira idade. Plantação: Também, uma fonte lenta e infinita, mas de moedas. Pode ser construída na terceira idade. Curral: Engorda os rebanhos mais rapidamente e pode treinar ovelhas. Cais: Edificação que constrói navios de guerra, de transporte e barcos para pesca de alimentos ou coleta de moedas (no mar). Arsenal: Fornece melhorias militares. Forte: Solta bolas de canhão em seus inimigos, é muito mais resistente do que uma torre. Esta edificação só pode ser enviada da metrópole e treina quase todas as unidades militares do jogo( não treina canhões nem nativos ). Fábrica: Pode produzir alimentos, madeira, moedas ou artilharia pesada, que podem variar dependendo da civilização. Não podem ser construídas, apenas enviadas da metrópole. Bancos: Exclusivo dos holandeses, produz moedas infinitamente. Taverna: Edificação que permite treinar foras da lei e alguns mercenários (variando a cada jogo). Obs.: Edificação disponível somente nas expansões do jogo.

A Metrópole A Metrópole (cidade natal de uma civilização) é uma característica exclusiva e essencial de Age of Empires 3, tal como os poderes divinos de Age of Mythology. Ela é capaz de dar novas estratégias e mudar o rumo de uma batalha através das provisões (cartas). No início, todas as metrópoles estão no nível 1 e há uma série de cartas restritas que estarão disponíveis em níveis superiores. Para aumentar o nível da metrópole são necessários pontos de experiência, que são adquiridos por descobrir tesouros, derrotar unidades ou edifícios inimigos, criar ou treinar unidades, construção de edifícios, conquistar prêmios do pós-jogo e a conclusão de objetivos da campanha. (este último, logicamente, apenas para a campanha) Cada nação tem uma capital distinta e uma série de cartas também distintas ou iguais as das demais civilizações. A Metrópole não pode ser atacada ou destruída, mas o inimigo pode interferir na sua metrópole na Era Imperial com o bloqueio, que faz com que você pare de receber cartas.