Espandúnio () ou Espanduni () foi uma família nobre armênia que teve grande proeminência até o , quando desaparece do registro histórico.

Nome

Segundo Moisés de Corene, o nome da família deriva da palavra "carnificina, sacrifício" (սպանդ, spand), o que seria uma referência ao ofício que ocuparam. Nicholas Adontz sugeriu que o nome deriva do prenome Esfendadates (, Spandarat) dos Camsaracânios.

História

Para Moisés de Corene, os Espandúnios, junto dos Ziunacanos e Havenúnios, eram uma família de origem não-haíquida e os Espandúnios teriam recebido o ofício de mestre de holocaustos do mítico , no tempo que a Armênia era pagã. Cyril Toumanoff, ao assumir que estivessem relacionados aos Camsaracânios, afirma que não é provável que ocuparam o ofício citado por Moisés. A Lista Militar (, Zōrnamak), o documento que indica a quantidade de cavaleiros que cada uma das famílias nobres devia ceder ao exército real em caso de convocação, afirma que podiam arregimentar 300 cavaleiros. Em 420, Abursã teve seu papel nos tumultos que assolaram a Armênia nesse momento. Em 555, um membro da família compareceu ao Segundo Concílio de Dúbio. A família deixou de ser mencionada no registro histórico a partir do .

Bibliografia

Categoria:Família Espandúnio