miniaturadaimagem|Machado em entrevista à TV ALERJ, em 2022 Francisco Alves Machado Neto, conhecido como Chico Machado (Macaé, 10 de dezembro de 1975), é um produtor rural, gestor público e político brasileiro, filiado ao Partido Liberal. Está no segundo mandato como deputado estadual do Rio de Janeiro.
Carreira política Entre 1996 e 2012, foi eleito cinco vezes vereador de Macaé. Em 2016, concorreu a prefeito do município pelo PDT, e ficou em segundo lugar com 25% dos votos, sendo derrotado por Dr. Aluízio.
Sexto suplente do PMDB nas eleições de 2014, Chico Machado assumiria o mandato de deputado estadual pela primeira vez em 2015, quando Domingos Brazão foi eleito conselheiro do Tribunal de Contas do estado, mas desistiu. Já no PDT, assumiu o cargo em agosto de 2017, no lugar de Gustavo Tutuca, nomeado Secretário de Estado de Ciência e Tecnologia. Tutuca foi exonerado do cargo em novembro do mesmo ano, reassumindo a cadeira na ALERJ.
Machado elegeu-se deputado estadual do Rio de Janeiro em 2018, com votos, pelo PSD. Foi reeleito em 2022 com votos, dessa vez pelo Solidariedade.
Foi acusado de compra de votos nas eleições de 2018, pois teria distribuído uma carga no valor de 34 mil reais em brinquedos para uma associação de moradores às vésperas do pleito. Ele negou ter relação com a distribuição.
Uma matéria do jornal O Globo apontou que o valor de seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral cresceu dez vezes entre 2018 e 2022, passando de 3,17 milhões para 31,1 milhões de reais. Em 2026, Machado declarou possuir 48 milhões de reais em bens, distribuídos entre aplicações financeiras, terrenos e imóveis rurais, participações em empresas e máquinas agrícolas.
Em fevereiro de 2023, foi nomeado secretário estadual de Governo por Cláudio Castro, ficando no cargo até março. De volta à ALERJ, em abril foi escolhido como corregedor da assembleia em chapa única.
Em fevereiro de 2024, votou a favor do fim do afastamento da deputada Lucinha, determinado pelo Tribunal de Justiça do estado por ela ser acusada de possuir ligações com milicianos.
Foi o autor, junto a Flavio Serafini, de um projeto de lei para garantir a oferta de ensino semipresencial, híbrido entre presencial e virtual, na educação de jovens e adultos, aprovado em setembro de 2025 na ALERJ.
Em dezembro de 2025, votou a favor da soltura de Rodrigo Bacellar, então presidente afastado da ALERJ, acusado de vazar a operação que prendeu o então deputado estadual TH Joias, associado à facção criminosa Comando Vermelho. Segundo Berenice Seara, Machado era particularmente próximo do ex-presidente da assembleia.
Em 2026, após os afastamentos de Cláudio Castro do governo estadual e de Bacellar da presidência da ALERJ, Machado contrariou o Solidariedade, ao qual era filiado, e defendeu uma eleição suplementar indireta entre os deputados estaduais para definir o governador interino do Rio de Janeiro. Em reação, o partido retirou-o da Comissão de Constituição e Justiça da casa. A eleição suplementar, para a qual Machado era considerado como possível candidato, não ocorreu até o momento devido a uma disputa sobre suas regras, inclusive se deve ser indireta ou direta.
Categoria:Naturais de Macaé Categoria:Nascidos em 1975 Categoria:Vereadores do estado do Rio de Janeiro Categoria:Deputados estaduais do Rio de Janeiro Categoria:Membros do Movimento Democrático Brasileiro (1980) do Rio de Janeiro Categoria:Membros do Partido Democrático Trabalhista do Rio de Janeiro Categoria:Membros do Partido Social Democrático (2011) do Rio de Janeiro Categoria:Membros do Solidariedade (partido político) Categoria:Membros do Partido Liberal (2006) do Rio de Janeiro