Miss Americana (também conhecido como Taylor Swift: Miss Americana) é um documentário, dirigido por Lana Wilson, que acompanha a cantora e compositora norte-americana Taylor Swift e sua vida ao longo de vários anos de sua carreira. A produção foi lançada na Netflix, e em cinemas selecionados, em 31 de janeiro de 2020.
A Netflix descreveu o filme como um "olhar cru e emocionalmente revelador" sobre Swift "durante um período de transformação em sua vida, enquanto ela aprende a abraçar seu papel, não apenas como compositora e intérprete, mas como uma mulher tomando controle de todo o poder de sua voz". Miss Americana na noite de abertura de abertura do Festival Sundance de Cinema de 2020, em 23 de janeiro de 2020.
Sinopse O filme cobre uma série de eventos na vida e na carreira de Swift, incluindo a criação de seu sétimo álbum de estúdio, Lover (2019), sua anterior batalha com um distúrbio alimentar, seu julgamento por agressão sexual, o diagnóstico de câncer de sua mãe, e a decisão de Swift de tornar público sua visão política.
Elenco Taylor Swift Andrea Swift Scott Swift Joe Alwyn Jack Antonoff Joel Little Max Martin Bobby Berk Karamo Brown Tan France Jonathan Van Ness Brendon Urie Abigail Lauren Tree Paine
Antecedentes
Swift manifestou interesse em fazer um documentário com a Netflix após o lançamento do vídeo Taylor Swift: Reputation Stadium Tour, na plataforma de streaming, em dezembro de 2018. Ela recebeu uma lista de possíveis diretores, dos quais Wilson era uma.
O título do documentário foi inspirado em "Miss Americana & the Heartbreak Prince", uma canção do sétimo álbum de estúdio de Swift, Lover (2019), na qual Swift expressa sua decepção com a política dos Estados Unidos.
Swift revelou o documentário em novembro de 2019, quando ela disse que o proprietário e fundador de sua antiga gravadora Big Machine Records, Scooter Braun e Scott Borchetta, respectivamente, a impediram de usar canções e imagens de apresentações no documentário. Ela acrescentou que o documentário não menciona Braun, Borchetta ou Big Machine. A Big Machine negou as acusações em um comunicado. Em resposta, um representante da Swift publicou um email de um executivo da Big Machine se recusando a emitir as licenças conectadas ao documentário. Em dezembro, a revista Variety relatou que a Big Machine havia liberado o uso do material mais antigo de Swift no filme.
Em uma entrevista com Chris Willman, da revista Variety, foi revelado que a primeira parte do filme trata da "justaposição das alegrias da criação com os incômodos do estrelato global", enquanto a segunda metade é uma "virada provocativa focada no motivo pelo qual Swift se tornou politicamente ativa". Willman escreveu que o filme apresenta ainda clipes que capturam a crescente aliança de Swift com a causa LGBTQ , a reação de Swift ao diagnóstico de câncer de sua mãe, e a resposta de Swift ao seu álbum de 2017, Reputation, não receber nenhuma indicação em categorias gerais no Grammy Awards de 2019. Wilson afirmou que vê o filme como "olhar o outro lado de ser a namoradinha da América".
Promoção Em 15 de janeiro de 2020, Swift revelou a data de lançamento e um pôster do filme através de suas mídias sociais. Seis dias depois, em 22 de janeiro, um trailer oficial do filme foi lançado no YouTube e em todas as mídias sociais de Swift.
Música O documentário inclui "Only the Young", que toca durante os créditos finais do filme. Swift escreveu a canção após as eleições estadunidenses de 2018. A música foi lançada nas plataformas digitais no dia do lançamento do documentário.
Recepção crítica No Festival Sundance de Cinema de 2020, o filme recebeu aclamação da crítica e uma ovação de pé do público. Leah Greenblatt, da revista Entertainment Weekly, chamou-o de "inteligente e engraçado" e afirmou que "parecia o tipo de insight que você realmente deseja ter sobre uma estrela". Leigh Blickley, do agregador HuffPost, descreveu o documentário como "íntimo, engraçado, triste e comovente... a Taylor Swift de cantar junto que todos precisamos". A crítica Anna Menta escreveu: "Os fãs de Taylor Swift vão adorar Miss Americana, é claro, mas também acho que este filme vai influenciar alguns haters. Wilson contou a história de uma mulher encontrando sua voz política; é genuíno e inspirador".
Ligações externas
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