Rafael Duarte Caputo (Rio de Janeiro, 16 de junho de 1977) é um professor e escritor brasileiro, finalista da quarta edição do Prêmio Kindle de LiteraturaAmazon divulga finalistas de seu prêmio literário Folha de S.Paulo, 1 de fevereiro de 2020 em 2019 com seu romance de estreia Larissa Start.

Carreira O autor começou a se dedicar mais ativamente à escrita após ingressar no curso de Letras do Centro Universitário Internacional – Uninter, em 2017. No mesmo ano, lançou a Revista Aspas Duplas,Revista Aspas Duplas um periódico eletrônico voltado à arte e educação; e devido ao reconhecimento obtido em diversos Prêmios Literários espalhados pelo país,Prêmio "José Endoença Martins" Novos Talentos da Literatura (Blumenau, 2017) Prêmio São Francisco Xavier de Literatura (São José dos Campos, 2017) foi convidado a participar da comissão julgadora do I Concurso Literário da Editora Folheando de Belém do Pará. Ainda em 2017, escreveu Minha mãe foi tatuada errada, uma história infantojuvenil que veio a ser publicada de forma independente pelo autor em 2019, após uma bem-sucedida campanha de financiamento coletivo em formato de pré-venda.Campanha de financiamento coletivo: https://www.catarse.me/minhamaefoitatuadaerrada Nesse mesmo ano, seu romance de estreia Larissa StartObras finalistas da 4ª edição do Prêmio Kindle de Literatura são anunciadas Diário do Nordeste, 31 de janeiro de 2020 foi finalista da quarta edição do Prêmio Kindle de Literatura, promovido pela Amazon do Brasil, Kindle Direct Publishing e editora Nova Fronteira.

Em 2020, publicou seu segundo romance intitulado Carne Fraca.

Em 2021, ingressou na Academia Internacional de Literatura Brasileira - AILB, ocupando a cadeira 316 da instituição que é mantida pela Focus Brasil Foundation em New York, USA. Como membro da Academia, passou a atuar como apresentador do programa "Book Box", um talk show sobre literatura com transmissão simultânea no Brasil e nos Estados Unidos, mediando a participação de diversos escritores brasileiros e seus mais recentes lançamentos.

Em 2022, assumiu como colunista da Revista Conexão Literatura, uma das maiores revistas literárias do país. Nesse mesmo período, autopublicou seu terceiro romance: Pocotó. A obra foi indicada ao Prêmio Jabuti de Literatura no ano seguinte (2023), porém, não ficou entre os finalistas.

Em 2024, seu livro infantil Jojoca cara de minhoca, também em parceria com o ilustrador Felipe Tognoli, foi publicado pelo selo Helvetia Jr, da editora Helvetia Éditions, uma editora suíço-brasileira que promove intercâmbio cultural e literário entre os dois países, com a publicação de obras em português e em francês, além de participação nos mais importantes eventos literários do Brasil e da Europa, como a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, a Festa Literária Internacional de Paraty e o Salão do livro em Genebra. Este último, inclusive, recebeu em sua 39ª edição o autor Rafael Caputo e seu livro infantil Jojoca, cara de minhoca como um dos escritores representantes do Brasil.

Já em 2025, relançou a Revista Aspas Duplas, organizando um grande coletivo artístico intitulado Coletivo Literário Aspas Duplas, com publicações impressas de diversas antologias e coletâneas; e a convite da editora mineira Manufatura das Letras, publicou Baseado em Fatos (Sur)reais: Contos extraordinários, uma coletânea de contos.

O escritor possui, ainda, algumas premiações e participações em diversas antologias literárias.Prêmio literário Livraria Asabeça & Bignardi Papéis (São Paulo, 2019).IX Concurso Internacional de Contos Vicente Cardoso (Santa Rosa, 2019) Projeto Quarta-feira Criativa - Antologia Microcontos Volume 4

Biografia Rafael nasceu em Olaria, bairro da zona da Leopoldina, região histórica do Rio de Janeiro. É filho de um carioca, técnico em aerofotogrametria, e uma ex-bancária paulistana. Passou boa parte da infância na baixada fluminense, mas precisamente na região de Duque de Caxias, quando decidiu ir morar com os avós após o divórcio dos pais. Depois de se formar como Técnico em Processamento de Dados, passou a atuar como instrutor de informática e, assim, deu início à sua carreira como professor. Aos 23 anos, mudou-se para a cidade de Curitiba, no estado do Paraná, onde vive atualmente. Casou-se e teve três filhos, todos curitibanos.

De 2002 à 2013, se aventurou como empreendedor e virou sócio proprietário de uma escola de profissões. Atuou por mais de dez anos como diretor acadêmico dessa instituição. Em 2014, insatisfeito com os rumos da própria empresa, abandonou a sociedade. Na mesma época, seu casamento de quinze anos apresentava sinais de desgaste. A separação foi inevitável. Com o fim do relacionamento veio uma crise existencial sem precedentes. Aos 40 anos de idade, a depressão o acertou em cheio. Por pouco, não sucumbiu.Entre rimas e contos, a escrita salvou Rafael Caputo Uninter Notícias, 8 de outubro de 2019 Numa tentativa desesperada de mudar de vida, começou a estudar para concursos públicos. Inclusive, fora aprovado em alguns. Porém, nunca chegou a ser nomeado. Buscando por novos editais de concurso na internet, se deparou com os concursos literários. Decidiu participar e, para a sua surpresa, seus textos foram todos premiados. Foi então que decidiu se reinventar. Entrou para a faculdade de Letras e começou a colocar em prática aquilo que sempre sonhou: escrever.Entrevista na Rádio Uninter

"Nunca é tarde para ser quem você poderia ter sido."

Essa frase de George Eliot foi um divisor de águas na vida de Rafael Caputo; que, inclusive, fez questão de tatuá-la em seu braço. Desde cedo, ele demonstrou grande interesse pela literatura. Adorava ler e chegou a ganhar um concurso de redação na época em que cursava o ensino fundamental. Na adolescência, após seu pai se casar novamente, sua madrasta, uma leitora assídua, acabou por lhe influenciar ainda mais. Ela era fã de autores como Robin Cook, Sidney Sheldon, Agatha Christie, entre outros. Possuía, ainda, uma máquina de escrever em casa. Artefato que despertava seu imaginário. Porém, todas as obrigações de uma vida adulta fizeram com que seus sonhos fossem engavetados, mas, por meio da escrita, Rafael renasceu. A escrita o salvou, funcionando como uma espécie de terapia. Tanto é que boa parte de suas obras carregam essa temática como plano de fundo. A depressão e o suicídio, por exemplo, são elementos que permeiam a vida de muitos de suas personagens e ganham novas perspectivas em sua literatura. Essa foi (e vem sendo) a maneira que o autor encontrou para exteriorizar certos demônios internos (como ele mesmo costuma dizer).

Seu romance de estreia, o livro Larissa Start, um dos finalistas da 4ª edição do Prêmio Kindle de Literatura, recebeu o seguinte elogio da escritora Bárbara Nonato, vencedora da premiação:

A Publisher da Editora Nova Fronteira, Janaína Senna, uma das apresentadoras da premiação fez a seguinte declaração sobre a obra ao anunciá-la como finalista:

Principais obras

Larissa Start Romance de estreia do autor, finalista da 4ª edição do Prêmio Kindle de Literatura em 2019. Autopublicado em formato digital na Amazon pela plataforma Kindle Direct Publishing em 2019 e disponível na versão física na loja online da Editora Uiclap desde 2020. A obra é uma ficção contemporânea que aborda temas sensíveis como depressão e suicídio. A história se passa na cidade de Curitiba e traz Ricardo, um instrutor de educação física, como protagonista. Tudo começa quando Ricardo decide a melhor forma de acabar com sua vida, mas volta atrás ao se apaixonar pela doce Larissa Mueller. O que ele não imaginava é que a jovem e divertida bailarina de vinte e três anos fosse um algoritmo desenvolvido pelo CVV, Centro de Valorização da Vida para vasculhar a internet atrás de suicidas em potencial com o objetivo de convencê-los a mudar de ideia de uma forma não muito convencional. Quando essa verdade inacreditável vem à tona, Ricardo deve tomar uma decisão importante: seguir adiante com seu plano inicial ou ignorar toda aquela maluquice e insistir no amor verdadeiro e, aparentemente, surreal que sente pela jovem. Baseado no aclamado conto O Algoritmo, também escrito pelo autor, Larissa Start é uma história sobre verdades e mentiras; e sobre como o amor, mesmo aqueles impossíveis, continua sendo o melhor remédio para salvar vidas.

Carne Fraca Segundo romance do autor. A obra explora uma relação confusa (quase doentia) entre três personagens: Fábio, Manuela e Gizele. Esta última é possessiva e obcecada, faz de tudo para conseguir o que deseja, que no enredo é destruir a relação de Fábio e Manu, só para ficar com o professor de informática bonitão, que – em várias ocasiões – é complacente com as investidas da consultora imobiliária e atriz de teatro amador. Manuela, por sua vez, é como a maioria das garotas: insiste em acreditar no amor, menos no amor próprio. Por conta disso, acaba sofrendo graves consequências. Principalmente, pela dificuldade que tem em lidar com seus próprios sentimentos. Parte da ambiguidade no título do livro dar-se-á por causa das inúmeras vezes em que a jovem se automutilou ou mesmo tentou acabar com a própria vida. Já Fábio é mulherengo, dissimulado e inconsequente; características que dão um toque a mais na relação já conturbada dos protagonistas. Chega ser quase um triângulo amoroso. Praticamente, a história trata dos perigos de brincarmos com os sentimentos dos outros e chama a atenção para uma grande verdade: as pessoas não são o que normalmente aparentam. Não, a maioria delas. Manu, talvez, seja a exceção. Nesse livro, o escritor apresenta dois finais: um oficial e outro, alternativo, presenteando o leitor com uma experiência literária insana (como ele mesmo afirmou em entrevista a Revista Conexão Literatura).

Minha mãe foi tatuada errada Primeiro livro publicado do escritor. Trata-se de uma aventura infantil contemporânea com reflexão para um maior respeito às diferenças, de gênero ou de crença, combatendo o preconceito e estimulando, incondicionalmente, o amor ao próximo. Aborda ainda: compaixão, determinação, perseverança e otimismo. A narrativa foi escrita em 2017 e só publicada em 2019 após uma campanha bem-sucedida de financiamento coletivo em formato de pré-venda. As ilustrações foram feitas pelo artista Felipe Tognoli, que além de ilustrador, é músico, palhaço, educador e contador de histórias. O grande diferencial da obra é trazer várias tatuagens como personagens. Elas interagem com o protagonista Guilherme, uma criança de aproximadamente dez anos, que ajuda a intrigante tatuagem de sua mãe a resolver uma inusitada crise de identidade, nos lembrando de colocar em prática a inesquecível língua da imaginação. Delicadas ilustrações dão vida às personagens e o ritmo intenso da jornada, repleta de novas descobertas, envolve os leitores e os fazem refletir sobre como pode ser prazeroso e, principalmente, emocionante ajudar o próximo, quem quer que seja. Com uma sutil e inteligente alusão à Criação Divina, a história é um verdadeiro combate ao preconceito com resgate dos valores de respeito, compaixão e fé.

Trajetória literária

Livros

2025 - Baseado em fatos (sur)reais - Editora Manufatura das Letras 2024 - Jojoca, cara de minhoca - Editora Helvetia 2022 - Pocotó - Kindle Direct Publishing (Amazon) 2021 - Contando ninguém acredita - Editora Uiclap 2020 - Carne Fraca - Kindle Direct Publishing (Amazon); Editora Uiclap, 2021. 2020 - Um microconto por dia - Kindle Direct Publishing (Amazon) 2019 - Larissa Start - Kindle Direct Publishing (Amazon); Editora Uiclap, 2020. 2019 - Minha mãe foi tatuada errada - Autopublicação

Antologias e Revistas Literárias

2025 - Revista Saruência: Textualidades manifestas, 1ª edição - Movimento Saruência, Rio de Janeiro/RJ 2025 - Tecno Terror, Editora Arame Farpado, Barretos/SP 2025 - Instinto Selvagem, Vol. 2 - Quimera Antologias, Porto Alegre/RS 2025 - Terror, mistério e suspense - Projeto Apparere - PerSe Editora, Perdizes/SP