O Noviço é uma telenovela brasileira produzida e exibida pela TV Globo de 2 a 27 de junho de 1975, em 20 capítulos. Substituiu Helena e foi substituída por Senhora, sendo a 5ª "novela das seis" exibida pela emissora, tendo sido produzida em preto-e-branco.

Escrita por Mário Lago e baseada na peça homônima de Martins Pena, teve supervisão geral de Herval Rossano.

Contou com Pedro Paulo Rangel no papel do noviço.

Enredo De olho na herança da viúva Florência, o vigarista Ambrósio a corteja e trata de tirar seus herdeiros do caminho, como o sobrinho de criação Carlos, logo enviado para um mosteiro. Os dois filhos da viúva, Juca e Emília, são ameaçados com o mesmo destino.

Carlos se torna noviço, mas, sem nenhuma vocação, inferniza a vida dos frades. Além disso, namora Emília, com quem sonha casar-se. Ele foge várias vezes do mosteiro, mas sempre é capturado. Em uma dessas fugas, ele se envolve com Flávio, sujeito inescrupuloso que conhece o passado de trapaças de Ambrósio, e Rosa, a primeira mulher a se casar com o aproveitador e a ter seus bens roubados.

Através de Flávio e Rosa, Carlos consegue desmascarar Ambrósio. No fim, depois de passar um período foragido, o vigarista acaba preso, e Carlos conquista sua liberdade. Sai do mosteiro pela porta da frente e se casa com Emília.

Elenco Intérprete Personagem Pedro Paulo Rangel Carlos Jorge Dória Ambrósio Isabel Ribeiro Florência Maria Cristina Nunes Emília Fábio Mássimo Juca Marilu Bueno Rosa Luís Linhares Flávio Haroldo de Oliveira Josué Germano Filho Abade André Valli Padre Mestre Luiz Magnelli Meirinho Xenxém Lajar Muzuris Zé Piaba Jotta Barroso Sebastião Pedro Veras Noviço Eliano Medeiros Noviço Marcelo Heleno Noviço Jacy Nascentes Noviço Luiz Carlos Buruca Noviço Produção Essa foi a segunda mininovela produzida pela TV Globo. O objetivo era tornar o horário das 18 horas fixo para novelas na emissora.

Teve cenas gravadas no Pontal da Barra da Tijuca, no largo do Boticário e nos estúdios da Globo no Rio de Janeiro. Para as cenas em flashback, foram construídos alguns cenários especiais, com produção de Arlindo Rodrigues. Estes possuíam fundo neutro e eram emoldurados pelo cenário principal.

Foi a última novela do horário a ser exibida em preto-e-branco pela emissora. De todos os 20 capítulos apenas poucas cenas e a abertura foram preservadas nos acervos da TV Globo.

Exibição Foi reprisada entre 26 de julho e 20 de agosto de 1976, às 13h30, substituindo sua sucessora original Senhora e sendo substituída por A Moreninha.

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