Ricardo Luís Maria Teixeira de Sousa Emílio, 3º Duque de Palmela foi um dos mais influentes nobres do século XIX. Foi um político e militar no tempo da monarquia. D. Ricardo foi uma das figuras mais poderosas do reinado de D. Carlos I, tendo ocupado diversos cargos como: ministro dos negócios estrangeiros e presidente do conselho de ministros. Foi ainda embaixador em Roma e em Londres. Com a morte do pai em 1864, D. Ricardo torna-se Duque de Palmela e herda uma vasta fortuna e um património composto de propriedades e obras artísticas da família. É nesta fase que recebe o nome de "excêntrico ostentador", pois gasta grande parte da fortuna em vestuário (longos mantos de seda bordados a ouro), em banquetes com membros das cortes e de outras famílias nobres, nas peças artísticas de pintores como Paul Cézanne, John Everett Millais... e nos terrenos e propriedades que gostava de comprar. A sua relação com D. Carlos I era evidente, teve muito tempo na chefia conselhia do rei e era visto frequentemente nas herdades reais no Alentejo.
Foi Duque de Palmela (1864), Foi conde de oeiras (1971), Marquês de sesimbra e Viana (1879) e considerado o 1º Barão Emílio
D. Ricardo Jorge Luís Maria de José carvalho Teixeira de Sousa Emílio era polémico na sociedade, os seus gastos não eram apreciados pela população e os seus luxos eram invejados pela corte. Foi, provavelmente, o segundo melhor representante do ducado de Palmela, caracterizado pela sua autoridade e inteligência. Durante os anos em que esteve na chefia do secretariado privado real, o rei teve no seu aus da carreira, a época grandiosa da diplomacia.
Referências
Livro D. Carlos de Rui Ramos
História de Portugal
D, Ricardo Jorge Luís Maria de José Carvalho Teixeira de Sousa Emílio
https://ue.missaoportugal.mne.gov.pt/pt/portugal/sobre-portugal/historia
Século XIX