Helena Silveira (São Paulo, 09 de dezembro de 1911 - São Paulo, 31 de agosto de 1984) foi uma jornalista, colunista, crítica de televisão e escritora brasileira que se dedicou à literatura urbana do Brasil.
Como jornalista, se desempenhou no jornal Folha de S. Paulo onde escreveu a coluna Como Helena Silveira vê TV entre 1973 e 1984, espaço de crítica televisiva considerado uma das “grandes contribuições” para a compreensão do gênero televisivo telenovela no Brasil.. Foi casada com o também escritor Jamil Almansur Haddad.
No âmbito literário, estreou na década de 1940 junto a outras escritoras como Lia Correia Dutra (1908-1989), Ondina Ferreira (1909), Elisa Lispector (1911-1989), Elsie Lessa (1912-2000), Lúcia Benedetti (1914-1998) e Alina Paim (1919-2011), ao mesmo tempo em que é considerada parte da onda de importantes escritoras paulistas dos anos 1960 junto de Eugênia Sereno, Dinorá do Vale, Evelina Germani Gomes e Lucília Almeida Prado.
Faleceu em 31 de agosto de 1984, na cidade de São Paulo, em decorrência de um câncer.
Obra
A humilde espera (1944). No fundo do poço (1950). Mulheres Freqüentemente (1953, 1959). Sombra azul e carneiro branco (1960). Na Selva de São Paulo (1966). Os dias chineses (1961). Memória da terra assassinada (1976). Paisagem e memória (1983).
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