O axioma peripatético é: "Nada está no intelecto que não tenha estado primeiro nos sentidos" (latim: "Nihil est in intellectu quod non sit prius in sensu"). Pode ser encontrado no De veritate, de Tomás de Aquino, q. 2 a. 3 arg. 19.
Aquino adotou esse princípio da escola peripatética da filosofia grega, estabelecida por Aristóteles. Aquino argumentou que a existência de Deus poderia ser provada raciocinando a partir de dados dos sentidos.Leftow, Brian (ed., 2006), Aquinas: Summa Theologiae, Questions on God, pp. vii et seq. Ele usou uma variação da noção aristotélica de "intelecto ativo" ("intellectus agens")Z. Kuksewicz, “The Potential and the Agent Intellect,” in: N. Kretzmann, e.a., The Cambridge History of Later Medieval Philosophy (Cambridge: Cambridge University Press, 1982), pp. 595-601 que ele interpretou como a capacidade de abstrair significados universais de dados empíricos particulares.Macmillan Encyclopedia of Philosophy (1969), "Thomas Aquinas", subsection on "Theory of Knowledge", vol. 8, pp. 106–107.
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