Patrícia Catani da Gama (Maringá, 2 de outubro de 1971), é uma política, pastora e psicóloga brasileira, filiada ao Partido Socialista Brasileiro (PSB).

Carreira política Vereadora de São Paulo Elegeu-se vereadora primeiramente em 2012, sendo a única vereadora novata, foi reeleita em 2016.

Não buscou reeleição em 2020.

Secretária de Direitos Humanos de São Paulo Em novembro de 2016, foi anunciada como secretária de Direitos Humanos da gestão de João Doria.

Como secretária, promoveu ações sociais e traçou planos de integração das periferias.

Pediu demissão do cargo por discordâncias na ação policial na cracolândia, afirmando que era incompatível com a agenda que sua gestão estava buscando implementar.

Deputada estadual de São Paulo Em 2018, buscou eleição para o cargo de deputada estadual, ficando como primeira suplente do PSDB.

Em 2021, o deputado estadual Cauê Macris assumiu como secretário-chefe da Casa Civil, convocando ela como suplente de seu mandato.

SAÚDE MENTAL

A deputada é presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de São Paulo, da 19º legislatura, e atua por mais políticas públicas de apoio emocional e psicológico a toda população, com atenção a determinados públicos que sofreram mais os impactos da pandemia, como crianças e adolescentes, profissionais da saúde, da segurança pública, vítimas da Covid-19.

Patrícia Gama, quebrou paradigma e através do Projeto de lei 292/2021, de 11/05/2021, de sua autoria, inseriu a saúde mental na agenda oficial da educação pública do Estado de São Paulo, ao propor a criação do Programa de Suporte Emocional para Crianças e Adolescentes nas escolas da rede estadual.

A proposta foi sancionada pelo governador João Doria e tornou-se a Lei 17.413, de 23 de setembro de 2021.

Ainda na área de saúde mental, a deputada Patrícia Gama teve outro projeto, em co-autoria com o deputado Murilo Felix, sancionado pelo governo estadual. Trata-se do Projeto de lei nº 17.429 / 2021, que cria o Programa Saúde Emocional a Vítimas da Covid-19. A proposta tornou-se a Lei nº 17.429, de 8 de outubro de 2021

CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Patrícia Gama também é co-autora da Lei 17.428, de 8 de outubro de 2021, que garante prioridade na apuração de crimes com mortes de crianças e adolescentes.

A proposta foi uma ação suprapartidária assinada também pelos deputados Marina Helou (REDE), Erica Malunguinho (PSOL), Paulo Fiorilo (PT) e Delegado Bruno Lima (PSL).

A lei atende uma demanda antiga do UNICEF e do Conselho Nacional de Justiça – CNJ, que cobrava dos Estados esta priorização.

VOZ FEMININA NA ALESP

Com a posse de Patrícia Gama, a bancada feminina da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) ganhou uma nova voz em defesa dos direitos da mulher. O legislativo paulista passou a contar com 19 deputadas mulheres, oito a mais do que na última Legislatura, o que representa quase 20% de toda a Assembleia.

Mudança de partido Patrícia Gama saiu do PSDB e, em 2024, filiou-se ao PSB. Alinhando seus princípios defendidos ao longo de sua vida.

Secretária de Cultura no Teatro Municipal de Mauá De setembro de 2023 a agosto de 2024, Patrícia Gama atuou como secretária de Cultura no Teatro Municipal da cidade de Mauá/SP.

Biografia Patrícia Gama é psicóloga, especializada em violência doméstica e desigualdade de gênero, e gestora de projetos sociais. Foi vereadora de São Paulo por dois mandatos, secretária municipal de Direitos Humanos e Cidadania da capital e secretária de Cultura no Teatro Municipal de Mauá/SP.

Seu histórico de militância social tem início antes de seu ingresso na vida pública. Por 14 anos, Patrícia atuou em comunidades de base e nas periferias paulistanas por meio de serviço voluntário para enfrentamento à violência, ampliação do acesso à educação e geração de emprego e renda em comunidades na zona leste de São Paulo.

Entrou para a política para trabalhar pela saúde, proteção dos direitos da mulher, da infância e adolescência, defesa dos direitos humanos e empreendedorismo social.

Patrícia Gama é autora da lei do Parto Humanizado no SUS, que garante o direito a anestesia no parto natural e métodos naturais para alívio da dor.

Ela também criou a lei da Amamentação Livre, que garante o aleitamento em estabelecimentos privados e públicos sem constrangimentos à gestante e ao bebê.

Criou o Fórum de Proteção à Criança e ao Adolescente no município de São Paulo, que já capacitou mais de 5 mil pais e educadores na temática.

Foi relatora da CPI que investigou a exploração sexual infantil em São Paulo, cujo relatório foi apontado como exemplo para a América Latina pela relatora da Organização dos Estados Americanos (OEA), e presidente da CPI que investigou os planos de saúde de São Paulo.

Patrícia Gama é autora de leis premiadas com nota máxima pelo Programa Cidades Sustentáveis, que avalia a produção legislativa de parlamentares com base no impacto das medidas para a vida dos cidadãos.

Nascida na Igreja Metodista, apesar de ser uma pastora na política, Patrícia Gama é crítica da chamada bancada evangélica, afirmando que não seguem os valores cristãos ao propor violações dos direitos humanos.

Patricia é uma das donas de uma parte da Comunidade da Graça, igreja de seu ex-marido, Carlos Bezerra Júnior.

Desempenho em eleições: +AnoEleiçãoColigaçãoPartidoCandidato aVotosResultado2012Municipal em São PauloVereadora34.511 (0,75%)2016Municipal em São PauloVereadora45.285 (1,02%)2018Estadual em São PauloDeputada estadual57.609 (0,32%)

Categoria:Nascidos em 1971 Categoria:Naturais de Mandaguari Categoria:Vereadores da cidade de São Paulo Categoria:Deputados estaduais de São Paulo Categoria:Políticos do estado de São Paulo do século XXI Categoria:Pastores protestantes do estado de São Paulo Categoria:Vereadoras do Brasil

Categoria:Membros do Partido da Social Democracia Brasileira de São Paulo Categoria:Secretários municipais da cidade de São Paulo