O Inventor de Sonhos é um filme brasileiro de 2013, do gênero drama histórico, dirigido por Ricardo Nauenberg. Conta com Ícaro Silva, Miguel Thiré e Sheron Menezzes como protagonistas em uma história que se passa no Brasil de 1808.
Sinopse No Rio de Janeiro, em 1808, José Trazimundo (Ícaro Silva) é filho de uma escrava e de um artista europeu, o qual não chegou a conhecer, e Luís Bernardo (Miguel Thiré) é filho de um duque português que veio ao Brasil integrando a comitiva real portuguesa. Os dois jovens se tornam amigos quando José tenta descobrir mais sobre seu pai. Entretanto, essa amizade se estremece quando eles descobrem que disputam o amor da bela Íainha, uma escrava.
Elenco Ator/Atriz PersonagemÍcaro SilvaJosé TrazimundoMiguel ThiréLuís BernardoSheron MenezzesIaínhaLuiz Carlos VasconcelosTimóteoGuilhermina GuinleLaura LeonorRicardo BlatVilaçaStênio GarciaAristidesRicardo PetrágliaJohn BradlockEmílio Orciollo NettoSargento LibórioOsvaldo MilCapitão Pedro AméricoEdmilson BarrosSarracenoCatarina AbdallaDona AnelenaRoberto BonfimEustáquioMichel BercovitchJean LouisLetícia SpillerNoémie ThierryFernando Alves PintoDom PedroGuilherme PivaChalaçaDébora NascimentoMatildaLui MendesGumóSérgio MambertiDuque de AlvaAnderson MullerSoldado CoxoTatsu CarvalhoSoldadoDida CameroDuquesa MarianaMiguel de OliveiraJosé Trazimundo (criança)Igor RudolfLuís Bernardo (criança)Sarah SerafimIaínha (criança)Dani OrnellasDindaraCarlos ThiréJan LesgotPaulo VespúcioMacamboaMatheus NachtergaeleLuís NascimentoIsabel LoboDama de CarlotaStela CelanoDama de CarlotaRoumer CanhãesAssistente do MercadorWalney CostaMercador
Recepção O filme foi amplamente criticado pelos especialistas em cinema tendo uma repercussão muito negativa, sobretudo por seu excesso de personagens sem funções e o fraco roteiro, escrito por icardo Nauenberg e Adriana Falcão. No site IMDb, conta com uma média de 3,8 de 10 pontos com base em 12 avaliações. No site AdoroCinema, O Inventor de Sonhos possui 1,1 de 5 estrelas com base em avaliações da imprensa brasileira.
David Arrais, em sua crítica ao Cinema com Rapadura, escreveu: "O grande número de personagens se mostra inútil, pois nenhum deles possui qualquer sinal de profundidade. O fiapo de motivação do protagonista acaba diluído em meio a tantos problemas na narrativa. [...] A montagem é trôpega, chegando ao absurdo de reutilizar cenas dentro de uma mesma sequência."
Ely Azeredo, do O Globo, disse: "Proezas computadorizadas, como visões “aéreas” da cidade, cativam os olhos. Mas talvez o desencontro com os personagens históricos desperte saudades da incorreção política de Carlota Joaquina, princesa do Brazil, de 1995, a festa da “retomada” do cinema brasileiro."
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