Manuel Félix Corrêa Maia – (Vila Rica, Minas Gerais, Brasil c. 1730 – Porto, 11 de Junho de 1809), Procurador do Senado da Cidade do Porto, de 1799 a 1808, e cavaleiro da Ordem de CristoArquivo Nacional da Torre do Tombo, Mesa da Consciência e Ordens,Habilitações para a Ordem de Cristo, Letra M, mç. 23, n.º 1 https://digitarq.arquivos.pt/details?id=7637412SILVA, Francisco Ribeiro da,O PORTO E AS INVASÕES FRANCESAS Vol II, nota n° 29, pág.s 270/271. (Tratamento de imagem e Pré-impressão de Público — Comunicação Social, S A. 2009).

Biografia Manuel Félix Corrêa Maia nasceu em Vila Rica, Bispado de Mariana, Capitania de Minas Gerais, c. 1730.ANTT, Mesa da Consciência e Ordens,Habilitações para a Ordem de Cristo, Letra M, mç. 23, ibidem.

Em 1796, integrava a Junta de Obras Públicas da Cidade do Porto.Actas do III SIMPÓSIO DA ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA E CIVILIZAÇÃO DA VINHA E DO VINHO - Região Autónoma da Madeira - A Edilidade Portuense e o Vinho do Douro, NUNES, Ana Silvia Albuquerque de Oliveira, p. 146. http://repositorio.uportu.pt/jspui/bitstream/11328/1189/1/Atas%20do%20III%20simposio.pdf. Durante a primeira invasão francesa de Portugal, já como Procurador da Cidade do Porto, foi um dos apoiantes da aclamação do Príncipe Regente D. João e a instalação do Governo Nacional, na reunião realizada, no dia 6 de junho de 1808, na casa da Câmara do Porto, com as autoridades civis e militares da Cidade. A referida reunião foi promovida pelo marechal de campo Domingos Belestá, comandante das tropas espanholas, após ter este aprisionado o general Quesnel, o corregedor Taboureau, o coronel de artilharia Picoteau, oficiais, empregados, artilheiros e dragões franceses.NEVES, José Acúrsio das, Historia Geral da Invasão dos Francezes em Portugal, e da Restauração deste Reino - Tomo III, Lisboa, Officina de Simão Thaddeo Ferreira, 1811, pp. 79-85 https://books.google.pt/books/content?id=JvtqOCyfdMsC&hl=pt-PT&pg=PA82&img=1&zoom=3&sig=ACfU3U2Oc7G29aaFfJqV_Y4PpcBnqsvCZA&w=1025 ! BRUNO, Sampaio, Portuenses Ilustres, vol. II.

Como Procurador da Cidade do Porto, votou para a eleição dos membros da Junta Provisional do Supremo Governo, em 19 de junho de 1808,O Porto contra Junot - Revista de Estudos Históricos, pag. 98 ! Revista de Estudos Históricos, vol. 1, nº. 4, 1924, pag. 121 · O Porto contra Junot : Continuação / Artur de Magalhães Basto. Revista da Faculdade de Letras ...SILVA, António Delgado da Colecção de Legislação Portuguesa de 1802 a 1810 - Lisboa, 1826, pág.s 524 e ss https://books.google.pt/books/content?id=osY0AQAAMAAJ&hl=pt-PT&pg=PA526&img=1&zoom=3&sig=ACfU3U3uWgHLG1koBL8jCA3RKR5k-Tq8Dw&w=1025. tendo sido substituído no seu cargo por João António da Rosa de Figueiredo, por ordem da Junta Provisional, no dia 30 de Junho de 1808, acusado de ter desaparecido «desde o glorioso dia da tarde de dezoito» de Junho.ibidem, pág.s 113 e 114.

Perseguido, foi detido, no dia 6 de Julho de 1808, na capela de Santo Ovídeo e «conduzido ao Paço por uma incrível multidão de povo».Ephemerides Portuenses, publicadas em Lima (1949), vol II, pág.s 9-103 citado em COSTA, Fernando Dores, Franceses e «jacobinos». Movimentações «populares» e medidas de polícia em 1808 e 1809. Uma «irrupção patriótica»?, ponto 4, dossierA Corte Portuguesa no Brasil, LER HISTÓRIA nº 54, 2008 https://journals.openedition.org/lerhistoria/2387. Seu filho José, Almotacé da Câmara, foi preso na mesma altura.SILVA, Francisco Ribeiro da, A cidade do Porto nos finais de setecentos e as circunstâncias da segunda invasão francesa, in AAVV. O Porto e as invasões francesas. 1809-2009, Porto, Público-CMP, 2009, Vol II, pág.148 ! 8880.pdf http://ler.letras.up.pt › uploads › ficheiros PDF de FR da Silva · 2009 · Citado por 2 — Francisco Ribeiro da Silva. Objectivos e aspectos estratégicos da invasão de Soult. R e. S. U. M. O embora as chamadas invasões francesas.

Encarcerado, sem julgamento, nas masmorras do Castelo da Foz do Douro, durante dois meses e meio, foi mandado libertar, no dia, em 22 de Setembro de 1808, por não se terem encontrado culpas para a sua prisão. No entanto, por «razoens do bem publico, que assim o exigem, houve por bem determinar que não seja mais admitido ao referido lugar».AHMP, Vereações, L. 99, fls 78 v. O seu nome não mais apareceu na lista dos procuradores da cidade.SILVA, Francisco Ribeiro da, A cidade do Porto nos finais de setecentos e as circunstâncias da segunda invasão francesa, in AAVV. O Porto e as invasões francesas. 1809-2009, Porto, Público-CMP, 2009, Vol II, pág.s 270/271 ! 8880.pdf http://ler.letras.up.pt › uploads › ficheiros PDF de FR da Silva · 2009 · Citado por 2 — Francisco Ribeiro da Silva. Objectivos e aspectos estratégicos da invasão de Soult. R e. S. U. M. O embora as chamadas invasões francesas.

Morreu, no Porto, no dia 11 de junho de 1809 sendo sepultado na Capela dos Terceiros Franciscanos.ARP, Porto, Santo Ildefonso, O. fls. 159v.

Honras Cavaleiro da Ordem de Cristo.Ephemerides Portuenses, ibidem.

Família Era filho do capitão Joseph Corrêa Maya e de sua Mulher D. Ana Maria de Jesus Fero. Após ter enviuvado de D. Rita Isabel Lopes, filha do capitão Manuel Lopes da Costa e de sua mulher D. Ana Maria Bernardes, voltou a casar, no Porto, a 2 de julho de 1775, com D. Roza Angélica de São José, filha de Manuel Gomes da Silva e de sua mulher D. Maria Clara de São José.Arquivo Distrital do Porto – Santo Ildefonso – Livro casamentos 1775, f. 77v. https://pesquisa.adporto.arquivos.pt/Controls/thumb/?f=27E4F84F3E2746A925C3A6FFA4BEF1C0&m=image/tiff Deste casamento nasceram, Ana e José Corrêa Maia, Procurador perpétuo da Câmara do Porto.DIAS, Pedro Augusto, Subsídios para a Historia Politica do Porto, 1823-1829 (1896), p. 59 https://babel.hathitrust.org/cgi/pt?id=hvd.32044080818065&view=1up&seq=65 .

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