Silvana Helena Gomes Bahia (Rio de Janeiro, 26 de julho de 1985), também conhecida como Sil Bahia, é comunicadora social e empreendedora social. Importante nome nas áreas de tecnologia e inovação, Sil Bahia é codiretora executiva do Olabi, organização social focada em inovação social, tecnologia e diversidade. E idealizadora do PretaLab, iniciativa que estimula a inclusão de mulheres negras e indígenas no universo das tecnologias.

Biografia Silvana Bahia, ou Sil Bahia, nasceu na Lapa, Rio de Janeiro. Filha de Edinair Gomes Leite, empregada doméstica e costureira e, Leo Silvano Bahia, músico. Morou no Capão Redondo, São Paulo, durante parte de sua adolescência.

Mestra em Cultura e Territorialidades pela Universidade Federal Fluminense. É pesquisadora associada do grupo de Arte e Inteligência Artificial da Universidade de São Paulo (USP) e do grupo de pesquisa em Políticas e Economia da Informação e Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Possui graduação em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Candido Mendes, UCAM.

Atualmente é codiretora executiva do Olabi, organização social focada em inovação social, tecnologia e diversidade. E idealizadora do PretaLab, iniciativa que estimula a inclusão de mulheres negras e indígenas no universo das tecnologias. Atuou como jornalista no Observatório de Favelas do Rio de Janeiro, uma organização social do Rio de Janeiro, localizada na Maré.

Sil Bahia integra o conselho das organizações Gênero e Número, Coding Rights, Datalabe, Mulheres Negras Decidem, Instituto Museu Itamar Assumpção, Instituto Coca-cola, Programadores do Amanhã, Instituto Solar dos Abacaxis e do Conselho Científico do Museu do Amanhã.

Carreira Silvana ingressou no Olabi no fim de 2015, organização social fundada por Gabriela Agustini em 2014. Tornou-se codiretora executiva, responsável por criar e implementar projetos voltados a públicos diversos. Em março de 2017, idealizou e lançou a PretaLab, projeto do Olabi criado para enfrentar as desigualdades de raça e gênero no setor de tecnologia. A iniciativa combina capacitação técnica, criação de redes, consultoria a empresas, pesquisa e defesa de direitos, e já capacitou centenas de mulheres negras em todo o país. Pelo Olabi, coordena também o projeto Códigos Negros — Arte e Tecnologia. É colunista da "Fast Company" Brasil e, em 2019, foi reconhecida como empreendedora social Ashoka.

Obras e Produções Silvana Bahia é editora do livro Pode um robô ser racista?, primeiro título da coleção Pensando Amanhãs, do Museu do Amanhã, lançado em 2023. Codirigiu o documentário Quadro Negro, sobre a trajetória de estudantes negros nas universidades brasileiras. Participou do programa de residência Lauttasaari Manor Residency, na Finlândia, colaborando com o projeto Anti-Racism Media Activist Alliance (ARMA).

Prêmios Destaques da Cultura Digital: Inovação Social e Tecnologia, 2017. Prêmio Protagonista Brasil, País Digital, 2021. Reconhecida como uma das 100 pessoas inovadoras mais importantes do mundo pelo The Future Laboratory, no Reino Unido (2022).https://www.premiopipa.com/silvana-bahia/ Prêmio Destaques da Governança da Internet, concedido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (2023).https://premiodestaques.cgi.br/premiados/silvana-bahia/

Categoria:Mulheres ativistas do Brasil Categoria:Comunicadores do Brasil Categoria:Naturais da cidade do Rio de Janeiro Categoria:Empreendedores do Brasil Categoria:Brasileiros de ascendência africana