O Grupo Colina foi um grupo paramilitar e esquadrão da morte anticomunista criado no Peru que atuou principalmente durante o governo do presidente Alberto Fujimori. O grupo é conhecido por cometer vários abusos de direitos humanos, onde num período de oito meses (de 1991 a 1992) várias pessoas foram mortas no massacre de Barrios Altos, no massacre de Santa, no massacre de Pativilca e no massacre de La Cantuta.

Seus integrantes atuaram no Peru em diferentes destacamentos desde a década de 1980 até o início da década de 1990, como parte de uma estratégia denominada guerra de baixa intensidadeInforme.21: Alberto Fujimori y la Guerra de Baja Intensidad. Por Umberto Jara. Informe Perú.21 (3 de abril de 2008) empreendida pelo governo peruano por meio de suas forças armadas.Informe Final de la CVR Durante o primeiro governo de Alan García, operavam grupos com um modus operandi similar, como o Comando Rodrigo Franco e o Grupo Scorpio.PERÚ - La justicia tarda. Javier Diez Canseco, La República, 3 de janeiro de 2008. O Grupo Colina era liderado pelo major do Exército Peruano Santiago Martín Rivas.

O Grupo Colina, sob o mandato de Fujimori, vitimou sindicatos e ativistas que se manifestaram contra o governo peruano, por meio de intimidação ou, muitas vezes, assassinatos.

Ver também Comando Rodrigo Franco

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