Manuela Alexandra Queiroz de Barros Ferreira (Braga, 8 de setembro de 1938–Mértola, 23 de julho de 2022) foi uma investigadora, filóloga e escritora portuguesa.

Carreira Foi investigadora no Centro de Linguística da Universidade de Lisboa entre 1973 e 2001. Coordenou entre 1997 e 1999 a equipa responsável pela instituição da Convenção Ortográfica da Língua Mirandesa o que resultou do reconhecimento da língua mirandesa enquanto língua oficial.

Depois de aposentada colaborou com o Campo Arqueológico de Mértola até 2015 onde constituiu um grupo de trabalho luso-espanhol que publicou a bibliografia linguística, histórica e etnográfica sobre a fronteira Norte-Sul.

Desde de 2003 começou a publicar recorrentemente obras de carácter literário.

Foi casada com o arqueólogo Cláudio Torres desde 1961 com quem teve duas filhas.

Obras Literárias Relatório circunstanciado de uma vida a dois. Afrontamento. 2021. A Senhora de Todas as Mortes. Afrontamento. 2018. Casa, Casarão, Minha Casinha. Com Cláudio Torres. Althum. 2017. Contos de Querer e Poder. ilustração de Manuela Bacelar. Afrontamento. 2017. O Medronho – L Madronho – El Madroño. Afrontamento. 2015. A Cor das Nuvens. ilustração de Nádia Torres. Afrontamento. 2015. Meia-Bola. Ilust. André da Loba. Eterogémeas. 2006.

Como investigadora Língua e património: a palavra como lugar de onde se vê o mundo. In Isquerdo. 2008. Convenção Ortográfica da Língua Mirandesa. (coord.). 1999. Vestígios do romance moçarábico em Portugal. In Arqueologia Medieval. 1992.

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