A Anatomia do Fascismo é um livro de Robert O. Paxton, de 2004 publicado por Alfred A. Knopf.

Em uma época em que as pessoas usavam o termo livremente, Paxton procurou estabelecer uma definição mais concisa de fascismo. O autor argumenta que o fascismo só se enraizou em países que tinham sociedades mais disfuncionais, e que suas elites conservadoras optaram por permitir que formassem coalizões com os fascistas. Paxton examina a Itália fascista e a Alemanha nazista em detalhes, e ele argumenta que ambos tinham semelhança nessa coalizão, mas o Partido Nazista se tornou mais importante na Alemanha, enquanto o partido não ofuscou o aparato estatal na Itália.

Paxton argumenta que os paises islâmicos não se encaixam na definição de um movimento fascista.

A obra possui um ensaio destinado a documentar informações bibliográficas. Philip Gordon e Stanley Hoffman, do Foreign Affairs, escreveram que este ensaio "orientará acadêmicos e estudantes de pós-graduação para os próximos anos".

Recepção Samantha Power do The New York Times afirmou que o livro "pode muito bem se tornar o trabalho de maior autoridade" sobre o assunto por ser "convincente", "justo" e "completo".

A Publishers Weekly deu ao livro uma crítica com estrela, afirmando que "Isso certamente ocupará seu lugar entre os clássicos da área".

Peter Bergen, em um artigo da CNN, descreveu o livro como um "clássico" dentro do seu campo.

Leitura adicional - Response to Lyttelton's review from Zeev Sternhell of The Hebrew University, and Lyttelton's response to Sternell

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