Drømmer é um filme de drama norueguês de 2024 escrito e dirigido por Dag Johan Haugerud. Depois de Sex e Kjærlighet, é a terceira parte de uma trilogia de Haugerud que trata da complexidade dos relacionamentos humanos, sexualidade e normas sociais. O filme segue a paixão de Johanne (Ella Øverbye) por sua professora de francês Johanna (Selome Emnetu), que acende tensões dentro de sua família, enquanto sua mãe e avó confrontam seus próprios sonhos e desejos não realizados.

Em 2025, foi selecionado para a Competição Principal no 75º Festival Internacional de Cinema de Berlim, onde teve sua estreia internacional em 19 de fevereiro de 2025, e ganhou o Urso de Ouro.

Elenco Ella Øverbye como Johanne Selome Emnetu como Johanna, professora de francês Ane Dahl Torp como Kristin, mãe de Johanne Anne Marit Jacobsen como Karin, avó de Johanne Andrine Sæther como Anne Produção

Em 22 de setembro de 2022, a Viaplay entregou a produção de uma trilogia de filmes intitulada "Sexo, Sonhos e Amor", ao diretor Dag Johan Haugerud. Produzida pela Motlys e Viaplay da Noruega, a trilogia foi apoiada pelo Instituto Norueguês de Cinema, o Nordisk Film & TV Fond, o Oslo Filmfond e Arthaus. Haugerud em uma entrevista à Variety revelou que se inspirou na Trilogia das Cores de Krzysztof Kieślowski de 1993-1994 para assumir este projeto. Ele disse: "O objetivo era fazer três filmes que tratassem dos mesmos tópicos de diferentes perspectivas". Ele elaborou: "Eles devem ter uma aparência e sensação muito diferentes, mas dar a impressão de que todos fazem parte da mesma conversa".

Lançamento

O filme foi lançado nos cinemas noruegueses em 4 de outubro de 2024.

Dreams (Sex Love) teve sua estreia internacional em 19 de fevereiro de 2025, como parte do 75º Festival Internacional de Cinema de Berlim, em Competição.

O filme será lançado nos cinemas da Alemanha em 8 de maio de 2025 pela Alamode Film.

O filme tem estreia confirmada nos cinemas do Brasil em 26 de junho de 2025, pela distribuidora de filmes independentes Imovision

Recepção

Peter Bradshaw, que fez uma crítica para o The Guardian, classificou o filme com 4 de 5 estrelas e escreveu que o filme é uma criação astuta, tagarela e brincalhona, que lembra o primeiro filme de Lukas Moodysson, Fucking Åmål.

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