Rosita Paiva (Lábrea, Fortaleza, ) foi uma religiosa católica reconhecida pela Igreja por sua vida de santidade e declarada serva de Deus.

Vida Amazonense de Lábrea, nascida em 1909, Rosita transferiu-se para Fortaleza em 1914 com 3 anos de idade, após a morte de seu pai, e sua mãe a internou no orfanato do Colégio da Imaculada Conceição. Em 1933, na Catedral de Fortaleza, ela fundou o Instituto Josefino juntamente com Monsenhor Luis de Carvalho Rocha e Dom Antônio de Almeida Lustosa, sendo imediatamente comunicado o arcebispo de Fortaleza.

Em 1938, Rosita Paiva assumiu a função de secretária geral da Obra de Adoração Perpétua, fundada com a chegada dos primeiros religiosos Sacramentinos.

Seu incansável trabalho junto ao Apostolado Eucarístico e o seu entusiasmo e amor pela Eucaristia ficaram logo conhecidos, por todos que a conheciam, que a consideravam “uma das incansáveis pioneiras do Apostolado Eucarístico”.

Rosita Paiva faleceu em 19 de agosto de 1991, deixando como legado o empenho na defesa e promoção da criança perseguida e seus feitos heroicos e de santidade foram reconhecidos.

Serva de Deus Alguns depoimentos foram importantes para a tomada de decisão de abertura de processo de beatificação de Rosita Paiva.

A Arquidiocese de Fortaleza promoveu uma "Romaria Eucarística" pela beatificação de Rosita Paiva.

Em 18 de maio de 2021, a Santa Sé autorizou a abertura de processo de sua canonização, tornando Rosita Paiva uma Serva de Deus.

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