Joana Gomes Monteiro Cardoso (8 de agosto de 1975), comissária-geral de Portugal na Expo Osaka 2025, foi jornalista, da SIC Notícias, correspondente da CNN em Nova Deli e colaboradora da CNN nas Nações Unidas, em Nova Iorque, dirigente da Amnistia Internacional em Bruxelas e Lisboa, presidente do conselho de administração da EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, E.M., S.A., diretora-geral do Gabinete de planeamento, estratégia, avaliação e relações internacionais (GPEARI) do Ministério da Cultura, consultora de assuntos culturais e coordenadora de projetos especiais da Fundação Calouste Gulbenkian e presidente do Conselho da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Biografia Formação 1996-1998, licenciatura em Relações internacionais, pela Universidade Lusíada de Lisboa (com a conclusão do primeiro ano do curso “War Studies” da Universidade King’s College de Londres). 2007-2009, mestrado em Culturas e desenvolvimento, da Faculdade de Ciências Sociais Universidade Católica de Lovaina, Bélgica, com a tese intitulada: “A utilização de testes ADN em processos de reunificação familiar de migrantes ou refugiados”. em 2014, doutoranda do programa de doutoramento em Antropologia do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, desenvolvendo projeto de investigação sobre políticas de inclusão e interculturalidade. Atividade profissional em 1998 e 1999, jornalista, correspondente da CNN da delegação da Índia, em Nova Deli, e colaboradora da equipa do senior correspondent da CNN nas Nações Unidas, em Nova Iorque. de 2000 a 2005, jornalista, do canal de televisão SIC Notícias, onde apresentou os programas “Jornal do Mundo”, “Internacional Sic”, e “Mais Europa”. em 2005 e 2006, jornalista, em Bruxelas, correspondente de assuntos europeus, efetuando cobertura da atualidade política comunitária para a televisão SIC e revista Visão. dirigente da Amnistia Internacional: de 2006 a 2009, em Bruxelas, directora de Comunicação European Institutions Office, Amnesty International, sendo responsável pela estratégia de comunicação do European Institutions Office onde desempenhou igualmente funções de porta-voz. de 2010 a 2012, em Lisboa, vice-presidente da Secção Portuguesa da Amnistia Internacional, sendo responsável pela orientação estratégica da organização não-governamental de direitos humanos de 2010 a 2012, diretora-geral do Gabinete de planeamento, estratégia, avaliação e relações internacionais (GPEARI) do Ministério da Cultura, sendo responsável pela coordenação e implementação de políticas culturais na área de relações internacionais, planeamento e direito de autor. No âmbito dessas funções foi: vice-presidente do Conselho Nacional para a Cultura (CNC); presidente da Secção especializada do Direito de Autor e Direitos Conexos do CNC; membro do Conselho Estratégico e do Conselho Consultivo do Instituto Camões; representante do Ministério da Cultura na Comissão Interministerial para os Assuntos Europeus (CIAE) do Ministério dos Negócios Estrangeiros; delegada nacional do Comité dos assuntos culturais do Conselho da União Europeia; desenvolveu e moderou os seguintes seminários/conferências. consultora de assuntos culturais e coordenadora de projetos especiais da Fundação Calouste Gulbenkian. membro do Fundo Roberto Cimetta, que promove o intercâmbio artístico e a mobilidade de agentes culturais na área do Mediterrâneo. Colaboradora regular da rede europeia Culture Action Europe, que representa mais de 80 mil organizações do domínio cultural e artístico na Europa. em 2012, jurada do concurso da Câmara Municipal de Lisboa para cedência de espaço na antiga Escola das Gaivotas. em 2013, jurada nos concursos do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA) de: Programa de apoio financeiro à exibição não comercial; REDE - Programa de apoio à realização de festivais em território nacional; Programa de apoio à exibição cinematográfica. a partir de 2015, presidente do conselho de administração da EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, E.M., S.A. foi, no início da década de 2020, presidente do Conselho da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. em 2025, comissária-geral de Portugal na Expo Osaka 2025. Vida pessoal É filha do escritor e historiador António Monteiro Cardoso (1950-2016) e da diplomata e política Ana Gomes (1954).

Em virtude de, durante a sua juventude, ter acompanhado a progenitora ao longo da sua carreira diplomática, Joana Gomes Monteiro Cardoso viveu e estudou em Genebra (1986 a 1989), Tóquio (1989 a 1991) e Londres (1991 a 1995).

É casada com Tiago Pitta e Cunha • GOIH • (1967), jurista português, especializado em assuntos do mar, e, desde 2017, administrador executivo da Fundação Oceano Azul, envolvido em muitos projetos públicos relacionados com políticas e economia baseada no mar, incluindo na comunicação social e no meio académico. Foi advogado, docente universitário, assessor do Presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas e conselheiro jurídico na Missão permanente de Portugal junto das Nações Unidas, em Nova Iorque. Representou Portugal em diversas instâncias internacionais. Integrou, em Bruxelas, o gabinete do Comissário europeu para os Assuntos marítimos. Foi adjunto do Ministro da Presidência e conselheiro do Presidente da República. Em 2016 foi-lhe atribuído pelo Parlamento Europeu o Prémio do Cidadão Europeu e é detentor do “Prémio Pessoa” 2021. Tem filhos. Condecorações 50px Oficial da Ordem das Artes e das Letras de França

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