Uma mandíbula deslocada é quando o côndilo da mandíbula é deslocado da junta do osso temporal. Sintomas podem incluir inabilidade em fechar a boca, problemas para falar e mastigar e dor na frente da orelha. Ambos os lados são afetados mais comumente que um único lado. Complicações associadas podem incluir ossos quebrados, lesão no canal auditivo externo e lesões no nervo craniano.

Pode ocorrer devido à lesão física, abertura excessiva da mandíbula como bocejar e problemas estruturais subjacentes como transtornos nos tecidos conjuntivos. Os fatores de risco incluem perda prévia dos dentes. O diagnóstico é normalmente baseado em sintomas, contudo, pode ser apoiado por imagiologia médica. Os tipos incluem anterior (mais comum), posterior, superior e lateral.

Eles podem ser mais comumente tratados com redução fechada. Isso pode necessitar de anestesia local, sedação procedural ou relaxantes musculares. Um número de técnicas existem, incluindo empurrar para baixo sobre os molares e depois puxar a parte de trás da mandíbula. Se o deslocamento tem sido de longa data, a redução aberta pode ser necessária. Se houver problemas recorrentes, a toxina botulínica pode ser injetada.

O descolamento da mandíbula afeta cerca de 2 ou 3 pessoas a cada 10.000 pessoas por ano, e cerca de 5% da população em algum momento. As técnicas para reduzir a mandíbula deslocada tem sido documentada muito antes de 1500 DC.

Referências

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