Paulo Frateschi (São Paulo, janeiro de 1950 — São Paulo, 6 de novembro de 2025) foi um professor, político e sindicalista brasileiro.
Durante a ditadura militar brasileira, fez parte da Ação Libertadora Nacional, um grupo armado oposicionista, tendo sido preso e torturado pela Operação Bandeirante em 1969 e novamente em 1971 pelo DOI-CODI. Após a Lei da Anistia, participou da fundação do Partido dos Trabalhadores, do qual foi presidente estadual em três ocasiões. Foi eleito deputado estadual de São Paulo no pleito de 1982. Além disso, foi dirigente do Sindicato dos Professores e secretário municipal de Relações Governamentais nas gestões de Marta Suplicy e de Fernando Haddad.
Irmão do ator Celso Frateschi e tio do ator André Frateschi, Paulo morreu em 6 de novembro de 2025, aos 75 anos, após ser esfaqueado por um de seus filhos que estava em surto psicótico. O presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva, de quem era amigo próximo, lamentou sua morte. Seu corpo foi velado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo com a presença de figuras políticas como José Dirceu, Eduardo Suplicy, Edinho Silva e Fernando Morais.
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