Emilio Bossi (Bruxelas, 31 de dezembro de 1870 – Lugano, 27 de novembro de 1920) foi um livre-pensador, jornalista, advogado e autor suíço, mais conhecido por ser um dos defensores da teoria do mito de Cristo.MARQUES, José Álvaro da Silva. Jesus Cristo – Um Mito Criado pelos Autores do Novo Testamento. Chiado Editorial, 2024.WEAVER, Walter P. The Historical Jesus in the Twentieth Century: 1900–1950. Trinity Press International, 1999, p. 69. Em 1904, ele escreveu o livro Jesus Cristo Nunca Existiu.ZIOLKOWSKI, Theodore. Fictional Transfigurations of Jesus. Wipf & Stock Publishers, 2002, págs. 143–144.
Nascido em Bruxelas, formou-se em Direito pela Universidade de Genebra."Emilio Bossi". Dicionário Histórico da Suíça. Berna, Suíça. Escrevia, às vezes, sob o pseudônimo de Milesbo. Foi editor (1896–1902) e diretor (1915–1920) do jornal Gazzetta Ticinese e fundou o jornal L'Idea Moderna em 1895. Em 1906, fundou L'Azione, um grupo radical-democrático. Foi também um dos fundadores da Unione Radicale Sociale Ticinese, grupo político que reivindicava a separação entre Igreja e Estado.
Foi deputado do Grande Conselho do Ticino (1905–10, 1914–20), do Conselho Nacional da Suíça (1914–20) e do Conselho dos Estados (1920); Conselheiro de Estado do Ticino e Diretor do Departamento do Interior (1910–1914).
Publicações Sulla separazione dello Stato dalla Chiesa (1899) Gesù Cristo non è mai esistito (1900) I clericali e la libertà (1909) Venti mesi di storia svizzera (1916)
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