Em 28 de fevereiro de 2026, Ali Khamenei, Líder Supremo do Irã, foi assassinado durante os ataques conjuntos conduzidos por Israel e Estados Unidos contra o país. As ofensivas daquele dia tiveram como alvo altos funcionários iranianos e locais estratégicos, e imagens de satélite indicaram que a residência de Khamenei foi severamente danificada. Após as alegações, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que Khamenei estava morto. A mídia estatal iraniana confirmou sua morte no início do dia seguinte.

Incidentes anteriores

Em 27 de junho de 1981, quando era candidato à presidência do Irã, Khamenei foi alvo de uma tentativa de assassinato com um explosivo, que danificou suas cordas vocais, pulmões e um de seus braços. Em 15 de junho de 2025, durante a Guerra dos Doze Dias, Israel teria apresentado um plano para assassiná-lo, o qual foi vetado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Ataques aéreos

Em 28 de fevereiro de 2026, diversos locais do Irã foram atingidos por mísseis dos Estados Unidos e de Israel como parte de uma operação militar destinada a impedir os programas nucleares e de mísseis do país, além de promover uma mudança de regime. Entre os alvos, estava o complexo de Khamenei estava na capital, Teerã, que, segundo imagens de satélite, sofreu danos severos.

Reações iniciais

Relatos contraditórios Um oficial israelense não identificado disse que o corpo de Khamenei foi localizado após os ataques, e que teria sido mostrado ao primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, corroborou esses relatos, chamando o suposto assassinato de "justiça para o povo do Irã".

Os relatos sobre a morte de Khamenei foram inicialmente contestados por fontes iranianas, com o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, afirmando que Khamenei estava "são e salvo". Apesar disso, vários veículos de comunicação, como a Reuters e a Iran International, citando fontes do governo israelense, noticiaram que Khamenei havia falecido. Após a disseminação da notícia sobre o suposto assassinato, as agências de notícias iranianas Tasnim e Mehr declararam que Khamenei estava "firme e seguro no comando do campo de batalha", reiterando que Khamenei não havia sido morto durante os ataques com mísseis.

Trump, comentando sobre a morte de Khamenei (que não havia sido confirmada na época), chamou-o de "uma das pessoas mais perversas da história" e anunciou que os EUA continuariam a bombardear o Irã. Alguns membros do Congresso do Partido Democrata, incluindo o senador John Fetterman, reagiram positivamente ao anúncio, enquanto muitos do Partido Republicano, como o deputado Tom Emmer, aplaudiram a publicação de Trump.

Confirmação pelo Irã No final do dia 28 de Fevereiro, a mídia estatal iraniana anunciou que Khamenei havia sido morto. O Estado declarou 40 dias de luto. Além disso, a mídia estatal iraniana afirmou ainda que a esposa de Khamenei, a filha, o genro, um neto e uma nora do aiatolá foram mortos nos mesmos ataques.

Consequências

No dia dos ataques, a Reuters informou que, nas duas semanas anteriores aos ataques, a CIA havia produzido avaliações sobre a provável sucessão de Khamenei, concluindo que "figuras linha-dura" do Corpo da Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC) seriam as mais prováveis para substituir Khamenei.

Ver também Relações entre Estados Unidos e Irã Relações entre Israel e Irã

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