Seyed Mohammad Marandi (nascido em 14 de maio de 1966) é um acadêmico, intelectual e analista político estadunidense-iraniano, intimamente relacionado ao governo iraniano. Em 2024,foi descrito como um "porta-voz" do governo iraniano pela fonte de notícias Iran International, com sede em Londres, e como "um dos mais ferrenhos defensores da República Islâmica na mídia de língua inglesa" pela Iranwire.
Ele nasceu em Richmond, Virgínia, Estados Unidos, filho de Alireza Marandi, mais tarde médico do segundo líder supremo da República Islâmica do Irã, Ali Khamenei. Mohammad Marandi mudou-se para o Irã aos 13 anos, quando se ofereceu como voluntário para lutar na Guerra Irã-Iraque contra o regime do presidente Saddam Hussein. Marandi mais tarde estudou na Universidade de Birmingham, na Inglaterra. Atualmente atua como professor na Universidade de Teerã.
Juventude e educação Seyed Mohammad Marandi nasceu em 14 de maio de 1966 em Richmond, Virgínia. Ele é filho de Alireza Marandi, que mais tarde se tornaria ministro da Saúde do Irã e médico do líder supremo iraniano, Ali Khamenei. Mohammad Marandi passou os primeiros 13 anos de sua vida nos Estados Unidos. Após sua mudança para o Irã, ele se ofereceu para lutar na Guerra Irã-Iraque e sobreviveu a dois ataques com armas químicas no Iraque.
Marandi é graduado pela Universidade de Teerã e pela Universidade de Birmingham (Reino Unido), onde sua tese de doutorado foi intitulada "Lorde Byron, seus críticos e o orientalismo", descrita como uma "resposta ao orientalismo de Edward Said".
Carreira Marandi foi chefe do programa de Estudos Norte-Americanos da Universidade de Teerã; atualmente é professor de Literatura inglesa e Orientalismo na universidade.
Marandi apareceu como comentarista político e social em redes de notícias internacionais como Channel 4, Sky News, PBS, ABC, CGTN, CNN, BBC, Al Jazeera e RT. Ele também contribuiu com artigos de opinião para publicações como Al Jazeera, Middle East Eye e Tehran Times.
Ele foi conselheiro da equipe iraniana de negociações nucleares em Viena. Marandi tem ligações estreitas com o governo iraniano. A Iran International o descreve como um “porta-voz” do governo iraniano.
Pontos de vista Depois do esfaqueamento de Salman Rushdie em 2022, Marandi escreveu:
A declaração de Marandi referia-se à alegação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos de que o Irã planejava assassinar o conselheiro de segurança nacional dos EUA, John Bolton, em 2020.
Marandi é conhecido por não estar excessivamente preocupado com as resoluções da ONU contra o Irã. De acordo com uma postagem da conta do Twitter do diário reformista Shargh publicada em 28 de dezembro de 2021, Marandi afirmou que:
Em 2021, Marandi foi acusado de fazer comentários antissemitas durante uma entrevista à BBC, que foi criticada por permití-los, e pela qual o seu diretor mais tarde se desculpou. Os comentários de Marandi incluíram a acusação de Israel de ser um estado "etno-supremacista" que está cometendo um "holocausto" na Faixa de Gaza.
O historiador britânico e apresentador da BBC Simon Schama chamou a BBC de "profunda e terrivelmente ofensiva" por permitir que o Sr. Marandi apresentasse seu "abuso anti-semita sobre o 'povo escolhido', o 'holocausto' no Líbano, etc., sem contestação".
Obras publicadas "Oppressors and Oppressed Reconsidered: A Shi‘itologic Perspective on the Islamic Republic of Iran and Hezbollah’s Outlook on International Relations" (com Raffaele Mauriello) em Islam and International Relations: Contributions to Theory and Practice, Springer Publishing, 2015, pp. 50–71. "The Khamenei Doctrine: Iran's Leader on Diplomacy, Foreign Policy and International Relations" (com Raffaele Mauriello) em Islam in International Relations: Politics and Paradigms, Routledge, 2018, pp. 18–38.
Ligações externas
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