Em 7 de maio de 2015, os Curdos fizeram motins em Mahabad, Irã, após a morte inexplicada, em 4 de maio de 2015, de Farinaz Khosravani, uma camareira curda de 25 anos em um hotel. Khosravani caiu para a morte de uma janela do quarto andar do Tara, o hotel onde ela trabalhava. A raiva aumentou após relatos de que Khosravani morreu tentando escapar de um oficial da Guarda Revolucionária Iraniana que supostamente a terá estruprado Os manifestantes teriam incendiado o hotel. Pelo menos 25 pessoas ficaram feridas no motim.

Distúrbios e violência se espalharam para outras cidades curdas no Irã, como Sardasht, onde a polícia entrou em confronto com centenas de manifestantes em 9 de maio de 2015.

Um manifestante teria sido morto nos confrontos e, além disso, o grupo insurgente curdo Partido da Vida Livre do Curdistão/PJAK atacou um posto de controle iraniano, matando dois militares iranianos, segundo o Partido da Vida Livre do Curdistão. Segundo fontes da ARA, em 11 de maio, o número de mortos subiu para 6 manifestantes mortos.

Em resposta aos protestos em massa, o governo iraniano reagiu executando supostamente 84 de seus apoiadores e prendendo dezenas de outros. Como resultado, o Partido Democrático do Curdistão Iraniano anunciou que retomaria sua luta armada no início de 2016.

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