thumb|Registro de RE.PA.RAR na exposição complexo brasil, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.

Lucas França é um encenador e performer brasileiro radicado em Portugal. Em 2026, participou do TalentLAB dos Théâtres de la Ville de Luxembourg com Travessia, projeto de Peter Arcanjo e Lucas França. Entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, apresentou a performance RE.PA.RAR na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

Carreira

Portugal e Luxemburgo

Em 2026, Peter Arcanjo e Lucas França participaram do TalentLAB dos Théâtres de la Ville de Luxembourg com o projeto Travessia. O projeto integrou a edição de 2026 do laboratório.

Entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, França apresentou RE.PA.RAR na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, como parte da programação complementar da exposição complexo brasil. A performance era realizada a partir de conversas individuais com visitantes, com parte dos diálogos registrada em áudio para a composição de uma peça sonora.

Em fevereiro de 2026, RE.PA.RAR foi tema de reportagem do DN Brasil, que abordou as discussões surgidas no projeto sobre colonização, memória e as relações entre Brasil e Portugal.

Em 2024, França encenou Palimpsesto — O que se apaga para escrever de novo?, apresentado na Biblioteca de Alcântara, em Lisboa. O espetáculo foi tema de uma reportagem da Agência Lusa publicada pela RTP sobre o processo de criação e as transformações urbanas abordadas pela montagem.

Brasil

Em 2022, França dirigiu Errantes, do Núcleo Barro 3, apresentado na Sala Jardel Filho do Centro Cultural São Paulo. O espetáculo foi criado a partir de uma pesquisa sobre monumentos da cidade de São Paulo e sua relação com figuras e episódios da história brasileira.

Em agosto daquele ano, o portal e-Urbanidade publicou uma entrevista com França sobre o processo de criação de Errantes, as ações realizadas no espaço urbano e os procedimentos utilizados na montagem.

Em dezembro de 2022, Errantes foi incluído entre os 25 destaques teatrais do ano publicados pela Folha de S.Paulo, a partir das escolhas de críticos e profissionais especializados em artes cênicas convidados pelo jornal. A publicação registra França como diretor da montagem.

Em 2021, França dirigiu ASTRONAUT(A), espetáculo da Cia Mar. Pela montagem, recebeu o prêmio de Melhor Direção no 20.º Festival Internacional de Teatro Rosário em Cena.

Também em 2021, França dirigiu Aos professores, aos miseráveis, a Paulo, adeus, apresentado no Museu da Imigração, em São Paulo. O espetáculo foi analisado pelo crítico Amilton de Azevedo no site de crítica teatral Ruína Acesa, que descreveu a direção de França como "precisa e delicada".

França fundou o Núcleo Barro 3 em 2016, no Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (UNESP). O coletivo desenvolveu trabalhos de teatro e performance, entre eles Barro Homem/Barra Mulher, Aos professores, aos miseráveis, a Paulo, adeus e Errantes.

Referências

Categoria:Diretores de teatro do Brasil Categoria:Artistas performáticos