miniaturadaimagem|Réplica da carta-testamento, Monumentada na Praça Getúlio Vargas, em Santa Cruz do Sul, no Estado brasileiro do Rio Grande do Sul. A Carta-testamento de Getúlio Vargas é um documento endereçado ao povo brasileiro escrito por Getúlio Vargas horas antes de seu suicídio, na data de 24 de agosto de 1954.

Existe uma nota manuscrita de suicídio, diferente da "Carta-testamento", da qual se conhecem três cópias, que foi divulgada mais tarde. miniaturadaimagem|Réplica da carta na Praça Júlio de Castilhos, em São Jerônimo, Rio Grande do Sul. Consequências do suicídio e reações populares Para o historiador e professor doutor Antônio José Barbosa, da Universidade de Brasília, o suicídio de Getúlio Vargas adiou um golpe militar que pretendia depô-lo.

Por sua vez, o suicídio de Getúlio acabou por preservar a popularidade do trabalhismo, do Partido Trabalhista Brasileiro e assegurou a manutenção das reformas sociais havia implementado e a expansão das mesmas. O clima de comoção popular devido à morte de Getúlio teria facilitado a eleição de Juscelino Kubitschek à presidência da república e de João Goulart (o Jango) à vice-presidência, em 1955, derrotando a União Democrática Nacional (UDN), conservadora e adversária de Getúlio. JK e João Goulart passaram a ser considerados como dois dos "herdeiros políticos" dos ideais de Getúlio.

Anos mais tarde, em 1962, na 6ª faixa do disco LP: Saudades de Passo Fundo, Teixeirinha homenageou o presidente gaúcho Getúlio Vargas, com a faixa de nome: 24 de Agosto, lembrando o impacto popular que foi a morte repentina do então presidente do Brasil. Um trecho da música de Teixeirinha mostra claramente este fato:

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