Maria Ângela Moreira de Caires (Funchal, 31 de Agosto de 1939 — Mafra, 27 de Agosto de 2013) foi uma escritora e jornalista portuguesa. Trabalhou nas redacções dos jornais Sempre Fixe, Diário de Lisboa, O Jornal, Visão, O Inimigo.TVI 24 Online, 28.8.2013 Página visitada em 30.8.2013. O Pasquim, Tribuna e Notícias de Lourenço Marques foram outros jornais em que escreveu.
Também colaborou, nos anos 60 do século XX, no jornal satírico Re-Nhau-Nhau, que se publicou no Funchal e foi a mais duradoura publicação periódica do género que se publicou em Portugal (entre 1929 a 1977)Conferência sobre o Re-nhau-nhau no Funchal - Jornal da Madeira, 14.5.2012 Página visitada em 30.8.2013
Copywriter em várias agências de publicidade durante alguns anos, é ainda autora dos romances Daqui em diante só há dragões (de 1988, um romance cuja ação se passa no Ambriz, em Angola, antes das guerras de libertação, e que viria a dar origem à série televisiva O café do Ambriz, produzida e transmitida pela RTP) e O amante da Bela Otero (publicado em 1989)Morreu Ângela Caires - Expresso Online, 28.8.2013 Página visitada em 30.8.2013.
Obras principais O segundo homem, Lisboa, 1957. Madrugada cinzenta, Lisboa, 1959. Yolanda, Lisboa, 1960. As pedras envelhecem, 1964. Daqui em diante só há dragões, Venda Nova, 1988. O amante da bela Otero, Venda Nova, 1989. O Capitão Tormenta, 1989-1990 (inédito).
Antologias Narrativa Literária de Autores da Madeira: século XX. Nelson Veríssimo, org. Funchal, 1990. p. 201-208. Contos Madeirenses. Nelson Veríssimo, org. Porto, 2005. p. 215-224.
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