Os Wassu Cocal são um grupo indígena do ramo Kariri. Pertencem a duas etnias que habitam nos limites do município brasileiro de Joaquim Gomes, no estado de Alagoas,Moseley, Christopher Encyclopedia of the world's endangered languages , p. 180. Citação: Wassu [not mapped] Brazil, Alagoas State, Joaquim Gomes Municipality, 70km to the north of the city of Maceió, Terra Indígena Wassu-Cocal. The Wassu form a group of which the origin is unclear and which may be composed of members of distinct ethnic groups. All 1,447 (1999) Wassu are native speakers of Portuguese today and the language they possibly spoke is extinct. mais precisamente na Terra Indígena Wassu-Cocal, homologada em 2007, com 15 mil hectares.Mapa da Terra Indígena Wassu Cocal (reestudo) Entretanto, posteriormente a homologação foi suspensa.Tribo Wassu-Cocal perde território para prefeito de Pilar. Disputa envolve Funai, Incra e pagamento de indenização para Carlos Alberto Canuto. Por José Fernando Martins. Extra, ed. nº 834, 19 de agosto de 2015. Em 2010, segundo a Funasa, o grupo era constituído por mais de 4 mil indivíduos.Instituto Socioambiental. Povos Indígenas no Brasil. Wassu

Vivem nas margens do Rio Camaragibe, situados entre os municípios de Joaquim Gomes e Novo Lino, e sufocados pela BR-101.Os recursos naturais são variados. Na área também tem exploração de minério (pedreira). Existem animais para caça, peixes, e parte da terra é boa para plantação. Plantam manga, jaca, caju, banana, milho, batata-doce, inhame, macaxeira, mandioca, feijão, batata e frutas variadas.

Na Terra Indígena existe posto de saúde, escola e uma rede de transmissão; mas as pessoas que moram em povoados mais distantes, como Pedrinhas, não são beneficiadas com a energia elétrica. Também há missões religiosas. A aldeia é atendida pelos programas de merenda escolar, vacinação e cesta básica duas vezes ao ano. Os indígenas também vendem artesanato. Praticam religião própria, instalada a Ouricuri em parte da floresta.

A língua materna do povo Wassu Cocal é o “tupi antigo”. Grande parte da população fala a língua materna e outra parte fala português, pois os indígena não estão repassando sua própria língua para a nova geração e estão falando mais o português. A cultura é muito preservada e respeitada por todos. A Aldeia Urucú Segundo o historiador Edson Silva "Nós vencemos a guerra!" História, memórias e leituras indígenas da guerra do Paraguai. Por Edson Silva. Revista Clio, nº 25-2, 2007, pp 39-65

"Em um Relatório oficial de 1856 sobre as Aldeias indígenas em Alagoas, a “Aldêa do Urucu”, como naquela época chamava-se a atual Aldeia Cocal, foi informado que a Aldeia era titulada em quatro léguas de terras em quadro, que foi doada “não só aos índios, como aos soldados, que sob o comando do Mestre de Campo Domingos Jorge Velho, auxiliarão aqueles na conquista dos negros de Palmares" . A Aldeia estava localizada em uma região cobertas de matas e com terras bastante irrigadas, banhada por rios caudalosos e vários riachos seus afluentes."

Ocupando uma área vasta e fértil, a aldeia do Urucu foi palco de diversos conflitos entre índios e senhores de engenhos que invadiam o patrimônio dos índios ao longo dos séculos XVIII e XIX. Destacava-se a presença da povoação do Murici nos arredores da aldeia.

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