O Bidú - Silêncio no Brooklin é o quinto álbum do cantor brasileiro Jorge Ben acompanhado pela banda The Fevers. Foi lançado em LP em 1967.
Produção
Em 1967 Jorge Ben encontrava-se em São Paulo, morando com o cantor Erasmo Carlos em seu sobrado na Rua Kansas 239, no bairro do Brooklin. Nessa época deixou a gravadora Philips Records e resolveu iniciar a gravação de seu novo álbum, sob contrato da pequena gravadora Artistas Unidos (selo da Fábrica de Discos Rozenblit). Os ensaios na casa do Brooklin iam até tarde da noite e passaram a incomodar os vizinhos. Um deles gritou em diversas ocasiões "Silêncio no Brooklin!" , interrompendo Jorge Ben em várias ocasiões. Posteriormente Ben batizou o álbum como "O Bidú - Silêncio no Brooklin" (sendo Bidu apelido dado a Ben na época).
Faixas Dados retirados do sítio oficial do artista: Todas as canções escritas e compostas por Jorge Ben Jor, exceto onde indicado.
Crítica
Em 1966 Jorge Ben rompeu com o movimento Bossa nova e acabou atraído para a Jovem Guarda por intermédio de seu amigo Erasmo Carlos. Sua "adesão" acabou não sendo bem aceita pela crítica sediada no Rio de Janeiro e expoentes do samba.Naquela época Ben e a Jovem Guarda chegaram a anunciar a criação do subgênero "Samba Jovem". Dessa forma, O Bidú: Silêncio no Brooklin foi fortemente criticado no Rio de Janeiro.
Juvenal Portela, do Jornal do Brasil teceu fortes críticas ao álbum, ao artista e ao produtor Roberto Corte Real em um artigo intitutlado "O mal do Jorge Ben".:
Escrevendo para o Correio da Manhã, Mauro Ivan lamentou o álbum:
Na Tribuna da Imprensa, L.P. Braconnot resumiu o que pensava a crítica carioca:
Em São Paulo a crítica foi mais favorável ao disco. Em O Estado de S. Paulo, Carlos Vergueiro escreveu:
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