Enrique García-Máiquez (Múrcia, 1969 -mas vive no Puerto de Santa María-) é poeta: até agora tem publicado três livros. Escreve também ensaios, artigos de crítica literária e colunas jornalísticas. Está casado e é pai de uma menina.

Dentro da poesia espanhola contemporânea, Ángel Luis Prieto de Paula assinala-oHacia el tercer milenio como alguém que tem conseguido levar por uma senda de rehumanización, em sua busca de uma arte de vocação totalizadora. Para Abel FeuSombra hecha de luz. Antología de poesía andaluza actual, selección y prólogo de Abel Feu, UNAM, México, 2006, p. 19 sua poesia destaca por seu humor, jogos e distorsiones idiomáticas, domínio métrico, versatilidad estrófica, cercania e cotidianidad (...), todo sustentado pelo meditado impulso lírico e a visão trascendente. Tem aparecido também em várias antologías, as de Magalhães, Baltanás e Feu.Poesia espanhola de agora / Poesía española de ahora, edición de Joaquim Manuel Magalhães, Lisboa, Relógio d'Água, 1997; Los 40 principales. Antología general de la poesía andaluza contemporánea (1975-2002), edición de Enrique Baltanás, Renacimiento, Sevilla, 2002 y Sombra hecha de luz. Antología de poesía andaluza actual, selección y prólogo de Abel Feu, UNAM, México, 2006

Em prosa tem publicado O que tem llovido, uma antología de textos de seu blog. Mantém uma coluna de opinião nos jornais do Grupo Joly. Publica crítica poética em imprensa e revistas especializadas, como Clarín, Númenor, ou Poesia digital. Codirigió a revista literária Nadie parecía para a editorial Renacimiento (Prêmio Nacional à Edição em 2003).

Publicações Poesia Haz de luz (Pre-Textos, Valencia, 1996). Prêmio Villa de Cox. Ardua mediocritas (Ánfora Nova, Rute, 1997). Prêmio Nacional de Poesía "Mariano Roldán", 1996. Casa propia (Renacimiento, Sevilla, 2004).Jesús Beades, Clarín Alguien distinto (Colección Haiku. Los papeles del sitio, Valencina, 2005). Con el tiempo (Renacimiento, Sevilla, 2010)

Prosa Lo que ha llovido (Númenor, Sevilla, 2009).José Luis García Martín, La Nueva España, 21.05.09

Edições de outros poetas De Miguel d'Ors: 2001. Poesías escogidas (Númenor, Sevilla, 2001). De Luis Rosales: Antología poética (Rialp, Madrid, 2005). De José Miguel Ibáñez Langlois: Oficio (Antología poética) (Númenor, Sevilla, 2006). De Pedro Sevilla: Todo es para siempre. Antología poética (Renacimiento, Sevilla 2009).

Traduções de poesia De G. K. Chesterton Lepanto y otros poemas. Poemas escogidos (Renacimiento, Sevilla, 2003). De Mario Quintana Puntos suspensivos (antología) (Los papeles del sitio, Valencina, 2007).José Luis García Martín, ABCD 6.10.07

Prólogos a livros alheios De Pablo Moreno Prieto, De alguna manera (Altair, Sevilla, 1999). De G. K. Chesterton, La superstición del divorcio (tradução de Aurora Rice) (Los papeles del sitio, Valencina, 2007). De Aquilino Duque, Los agujeros negros (Paréntesis, Sevilla, 2009). De Pedro Sevilla, Todo es para siempre (Renacimiento, Sevilla 2009). De G. K. Chesterton, La cosa y otros artículos de fe (tradução con Aurora Rice) (Renacimiento, Sevilla 2010).

Ligações externas Blog Entrevista El País Dois poemas de Casa propia O leitor é um fingidor A Nosa Senhora

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