Mário Rodrigues Sette (Recife, — ) foi um professor, jornalista, contista, cronista e romancista brasileiro.Mário Sette - Fundação Joaquim Nabuco SOUTO MAIOR, Mario. Dicionário de Folcloristas Brasileiros. Recife: FUNDARPE, 1ª Edição, 1999.

Biografia Nascido no Recife, viveu sua juventude em Santos e no Rio de Janeiro, após ficar órfão de pai aos 11 anos.

Voltou ao Recife com 15 anos, indo trabalhar na Alfândega. Trabalhou, depois, na Great Western e nas Lojas Paulista, antes de ser funcionário dos Correios.

Atuação na imprensa Mário Sette colaborou com seus artigos nos jornais recifenses: Jornal Pequeno A Província Jornal do Recife. Colaborou, também, com a revista carioca Fon-fon.

Atividades didáticas Foi professor de Moral e Cívica, História do Brasil, Francês e Português nos colégios recifenses Padre Félix, Carneiro Leão e Vera Cruz.

Acadêmico Com o aumento de cadeiras da Academia Pernambucana de Letras, das 20 iniciais para 30, em 1921, Mário Sette foi eleito para ocupar a de número 29 em 4 de agosto de 1921, tomando posse em 4 de fevereiro de 1922.PARAÍSO, Rostand. Academia Pernambucana de Letras - Sua história. Vol. 1. Recife:APL, 2006.

Livros publicados Ao clarão dos obuses (contos, 1914) Rosas e espinhos (contos, 1918) Senhora de engenho (romance, 1921)*Pernambuco de A a Z O palanquim dourado (Editora Monteiro Lobato, 1921, romance) A filha de Dona Sinhá (romance, 1923) O vigia da casa grande (romance, 1924) Velhos azulejos (parábolas escolares, 1924) Terra pernambucana (didático, 1925) Instrução Moral e Cívica (1926) Sombra de baraúnas (contos, 1927) A mulher do meu amigo (novela, Editora Melhoramentos, 1933). João Inácio (novela, 1928) Contas do Terço, romance, 1928, publicado na Coleção Biblioteca das Moças, da Companhia Editora Nacional, apenas uma edição. Brasil, minha terra! (didático, 1928) Seu Candinho da farmácia, pela Companhia Editora Nacional (romance, 1933) Os Azevedos do Poço (Livraria José Olympio Editora, 1938, romance) Maxambombas e maracatus (crônicas, 1935) Anquinhas de Bernardas (Martins Editora, 1940) Barcas de vapor (Edições Cultura, 1945) Arruar (crônicas, 1948) A moça do sítio de Yoyô Coelho (contos) Onde os avós passaram. Memórias íntimas.

Traduções Casamento de Chiffon, de Gyp O Homem Sem Piedade (“The man without mercy”), de Concordia Merrel Casada por Dinheiro (“Married For Money”), de Concordia Merrel As Solteironas dos Chapéus Verdes (“Ces dames aux chapeaux verts”), que recebeu o Prêmio Nelly Lieutier, em 1921. Escrito por Germaine Acremant O Marido da Borralheira, de Dyvonne.

Prêmios Prêmio da Academia Brasileira de Letras com o romance O vigia da casa grande.

Ligações externas MELO, Frederico Pernambucano. ''Mário Sette - um conceito de pernambucanidade. Página visitada em 20 de março de 2011. Fundaj - Mário Sette Scoob - Mário Sette Textos Mariosetteanos Representações da cidade de Caruaru na literatura de Mário Sette SETTE, Hilton. Centenário do nascimento de Mário Sette. (em pdf)

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