I Can Get It for You Wholesale é um filme de drama romântico dos Estados Unidos de 1951, dirigido por Michael Gordon para a Twentieth Century Fox. O roteiro de Abraham Polonsky é baseado em adaptação livre de Vera Caspary do romance homônimo de 1937 de Jerome Weidman.

Elenco Susan Hayward...Harriet Boyd Dan Dailey...Teddy Sherman George Sanders...J.F. Noble Sam Jaffe...Sam Cooper Randy Stuart...Marge Boyd Marvin Kaplan...Arnold Fisher Harry von Zell...Savage Barbara Whiting...Ellen Cooper Vicki Cummings...Hermione Griggs Ross Elliott...Ray Richard Lane...Kelley Mary Philips...Madame Boyd

Sinopse

Em Nova Iorque, a modelo Harriet Boyd estuda e ambiciona se tornar uma figurinista de moda. Ela convence o costureiro Sam Cooper e o vendedor Teddy Sherman a iniciarem um negócio próprio com ela, mas antes engana a irmã para que ela lhe dê o dinheiro que guardara da herança para o casamento. Os dois sócios de Harriet são especializados em fabricar e negociar vestidos a preços médios e conseguem se sair bem mas quando ela conhece o empresário milionário J. F. Noble, a mulher vê uma chance de entrar para a alta costura. Mas reluta em trair e romper com os sócios.

Produção O protagonista do romance de Weidman era um ambicioso homem de negócios mas foi alterado para o sexo feminino para servir de veículo à atriz contratada da Twentieth Century Fox Susan Hayward. Ela e Dan Dailey reprisaram os respectivos papeis em programa da Lux Radio Theatre de 31 de março de 1952 I Can Get It for You Wholesale at Turner Classic Movies.

Pouco depois do lançamento do filme, o escritor Abraham Polonsky foi chamado para testemunhar perante o Comitê de Atividades Anti-Americanas do Congresso. Sua recusa em negar ou confirmar uma afiliação ao Partido Comunista lhe fez entrar para a Lista negra de Hollywood. Ele continuou a trabalhar usando pseudônimos até o filme Madigan de 1968, quando voltou a ser creditado pelo próprio nome .

O filme foi lançado no Reino Unido como This Is My Affair Resenha Variety. Quando foi transmitido pela televisão norte-americana em 1962, o título foi mudado para Only the Best para evitar confusão com musical do mesmo nome baseado na obra de Weidman e que estava em cartaz na Broadway por essa época.

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