Nikole Hannah-Jones (Waterloo, 9 de abril de 1976) é uma jornalista investigativa norte-americana do The New York Times Magazine com foco em desigualdade e a injustiça racial, e é ganhadora do Prêmio Pulitzer no Projeto 1619. Hannah-Jones também é co-fundadora da Ida B. Wells Society for Investigative Reporting, uma organização de treinamento e orientação voltada para aumentar o número de repórteres investigativos negros. Atualmente, Hannah-Jones é considerada uma das cem pessoas mais influentes do mundo, pela revista Time.

Biografia

Vida Pessoal Hannah-Jones nasceu em 9 de abril de 1976, na cidade de Waterloo, em Iowa. Filha de Cheryl A. Novotny e Milton Hannah e tem duas irmãs.

Estudou na Longfellow Elementary School e depois seus pais a transferiram para Kingsley Elementary School. Estudo na Hoover Middle School e se formou na West High School, em 1994.

No ano de 1998, fez bacharelado em história e estudos afro-americanos pela Universidade de Notre Dame e fez mestrado em jornalismo e comunicação de massa pela Universidade da Carolina do Norte, em Chapel Hill.

Em 2000, Hannah-Jones casou com Faraji Hannah-Jones e em 2011 tiveram uma filha chamada Najya Hannah-Jones. Eles moram em Bedford-Stuyvesant, no Brooklyn.

Carreira Hannah-Jones trabalhou como escritora na Raleigh News & Observer entre os anos de 2003 e 2006. Que cobria a área educacional. Em 2006, Hannah-Jones começou a trabalhar para The Oregonian, escrevendo sobre demografia, o governo e censo. No ano de 2007, escreveu para a Comissão Kerner sobre o impacto dos motins de Watts na comunidade. Em 2008, viajou para Cuba, através de uma bolsa de estudos do Instituto de Estudos Avançados de Jornalismo, para estudar a saúde universal e o sistema educacional de Cuba. No ano de 2011, Hannah-Jones entrou para a ProPublica, em Nova York, para escrever sobre direitos civis e pesquisar sobre redlining e a falta de aplicação do Fair Housing Act for minorities. Em 2015, começou a trabalhar como repórter investigativa para The New York Times Magazine, com foco em racismo sistêmico e institucional. Ganhou o Prêmio Pulitzer, com o Projeto 1619, que aborda as consequências da escravidão.

Em 2020, Hannah-Jones entrou para a Society of American Historians e, em 2021, para North Carolina Media Hall of Fame e a fazer parte do corpo docente da Universidade Howard, com a Knight Chair in Race and Journalism.

Prêmios

Prêmio Pulitzer MacArthur Fellowship Prêmio Peabody George Polk Awards (duas vezes) National Magazine Awards (três vezes) John Chancellor Awards Jornalista do Ano pela National Association of Black Journalists Jornalista do Ano pelo Newswomen's Club of New York TIME100 - As 100 pessoas mais influentes no mundo (2021).

Livros

The 1619 Project The Problem We All Live With

Categoria:Jornalistas dos Estados Unidos Categoria:Ganhadores do prêmio Pulitzer