Begonia curtii é uma espécie da flora de Brasil pertencente à família Begoniaceae.
Descrição E uma espécie herbácea a subarbustiva, monóica, com registro de floração em janeiro, maio, setembro e dezembro; e de frutificação em janeiro e julho.
A espécie assemelha-se a Begonia lossiae diferindo-se por apresentar porte subarbustivo, tamanho das estípulas de 3,5 a 7 cm e das folhas de 10 a 20 cm.
Distribuição geográfica Ocorre em Mata Atlântica nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. No Espírito Santo apresenta registros de ocorrência no Parque Estadual do Forno Grande.
Taxonomia Begonia curtii foi nomeada por os botânicos norte-americanos Lyman Bradford Smith e Bernice Giduz Schubert, descrita em Journal of the Washington Academy of Sciences 45: 114, e publicado em 1955. A espécie faz parte da seção Pritzelia do gênero Begonia.
O epíteto específico curtii significa "de Curt", em homenagem ao botânico alemão Alexander Curt Brade (1881-1971) autor do sinônimo homotípico "Begonia velata Brade" em 1950, substituído.
Conservação O Governo do Estado do Espírito Santo incluiu em 2005 B. crispula em sua primeira lista de espécies ameaçadas de extinção, por intermédio do Decreto nº 1.499-R, classificando-a como uma espécie "Em perigo" (EN).
No Brasil, em 2018, foi listada como "Vulnerável" (VU) na Lista Vermelha do Livro Vermelho da Ameaça da Flora Brasileira 2014 do CNCFlora.
curtii Categoria:Flora do Espírito Santo (estado) Categoria:Espécies citadas na Lista Vermelha de Ameaça da Flora Brasileira Categoria:Espécies citadas na Lista de Espécies da Flora Ameaçadas do Espírito Santo Categoria:Plantas descritas em 1955