Antonio de la Guardia y Font (Havana, 1939 - Havana, 23 de julho de 1989), mais conhecido como Tony de la Guardia, foi um coronel do Ministério do Interior de Cuba após a Revolução Cubana.
Família Antonio de la Guardia nasceu em 1939 em Havana. Seus pais foram Mario de la Guarda e Graciela Font. Tinha um irmão mais velho, Mario, e um irmão gêmeo, Patricio de la Guardia y Font, que foi condenado a 30 anos de prisão em 1989.
Carreira Foi partidário da Revolução Cubana desde os anos 1960. Junto a Patricio de la Guardia assessorou o Grupo de Amigos Pessoais do presidente chileno Salvador Allende, por ordem do governo de Fidel Castro.
Em 1973, viajou a Madri para participar na operação da Direcção Geral de Inteligência para sequestrar Fulgencio Batista, conhecida como "Operação 88". Teve negócios com os Montoneros argentinos e a Frente Democrática pela Libertação da Palestina, assessorou o Partido Nacional Popular da Jamaica; em 1978, desembarcou na Nicarágua para levar armas à Frente Sul da Frente Sandinista de Libertação Nacional, que era dirigida por Edén Pastora.
Execução Em 1989, Antonio de la Guardia foi envolvido nas acusações contra Arnaldo Ochoa Sánchez, herói do país nas guerras de Angola, e foram ambos condenados à morte e executados em julho do mesmo ano. Segundo o veterano da guerra de Angola, Rafael do Pino, que serviu sob o comando de Ochoa em Angola, o julgamento de Ochoa e De la Guardia foi uma tentativa da liderança política cubana de ocultar seus próprios vínculos com a máfia colombiana do narcotráfico.
Ver também Arnaldo Ochoa Sánchez Narcotráfico em Cuba
Categoria:Políticos de Cuba Categoria:Coronéis de Cuba Categoria:Militares cubanos da Guerra Civil Angolana Categoria:Pessoas executadas por Cuba por pelotão de fuzilamento