Hildegardes Cantolino Vianna (Salvador, 31 de março de 1919 – Salvador, 12 de junho de 2005) foi uma pesquisadora e folclorista brasileira, membra do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia e professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), chamada de "a dama do folclore brasileiro".
Biografia Era filha de Antônio Vianna e Amália Cantolino. Seu pai foi poeta, escritor e também foclorista. Formou-se pela Faculdade de Direito e na Escola de Música e Artes Cênicas, ambas da UFBA, fazendo parte do corpo docente desta última ensinando dança folclórica e folclore musical. Especializou-se em etnologia, em Lisboa.
Começou sua participação na imprensa no extinto jornal "O Imparcial". Suas crônicas, publicadas ao longo dos anos no jornal A Tarde, renderam os livros "A Bahia já foi assim" (1973) e "Antigamente era assim" (1976).
Após sua morte doou seu vasto acervo folclorístico à Academia de Letras da Bahia, entidade na qual ocupava a cadeira número 36 e foi sucedida por José Carlos Capinam.
Bibliografia da autora A autora publicou livros sobre o folclore baiano, como "Festas de Santos e Santos festejados”, “A cozinha bahiana, seu folclore e suas receitas”, “A Proclamação da República na Bahia”, “Breve notícia sobre acontecimentos na Bahia do início do século XX” e “As aparadeiras, as sendeironas, seu folclore”. Suas obras principais, são: A Bahia já foi assim (crônicas de costumes), Salvador, ed. Itapuã, 1973 Antigamente era assim, memórias, 1976 (reedição) Fundação Cultural do Estado da Bahia. 1994 Folclore brasileiro - Bahia, 1981. A cozinha baiana: seu folclore, suas receitas, 1987, 112 p.
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