Edgar Nogueira, (Teresina, 23 de junho de 1913 – Rio de Janeiro, 24 de maio de 1978) foi um advogado, professor, jornalista, desembargador e político brasileiro, outrora deputado estadual pelo Piauí e desembargador do Tribunal de Justiça do respectivo estado.BASTOS, Cláudio de Albuquerque. Dicionário Histórico e Geográfico do Estado do Piauí. Teresina; Fundação Cultural Monsenhor Chaves, 1994.Em razão do Formulário Ortográfico de 1943 e depois devido ao Acordo Ortográfico de 1990 adotado no Brasil em 2015, é possível encontrar registros e fontes onde seu nome é grafado como Edgard Nogueira.

Dados biográficos Filho de Júlio César Nogueira e Maria Rego Nogueira. Advogado formado na Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1936, retornou ao Piauí no ano seguinte. Professor de Geografia do Liceu Piauiense e promotor de justiça em Teresina, foi chefe de Polícia interino durante a interventoria de Leônidas Melo. Diretor do Gabinete de Identificação do Estado e do Instituto de Criminalística, além de conselheiro seccional da Ordem dos Advogados do Brasil, presidente da Associação dos Magistrados Piauienses e da Academia Piauiense de Letras. Entre 1937 e 1951, foi redator ou colaborador dos jornais O Momento, O Estado, Resistência, O Dia e Jornal do Piauí.

Eleito primeiro suplente de deputado estadual pelo PSD em 1947, foi efetivado no ano seguinte devido à renúncia de José Auto de Abreu, reelegendo-se em 1950. Assumiu o posto de professor na Faculdade de Direito do Piauí (depois na Universidade Federal do Piauí), motivo pelo qual renunciou ao mandato no ano seguinte.Sua renúncia (BASTOS, 1994, p. 394) ocasionou a efetivação de Alberto Monteiro como deputado estadual. Em 1955, tornou-se desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí.

Tio de Myriam Portela, primeira-dama do Piauí (1979-1983) durante o governo Lucídio Portela.

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