Linha AzulLinha da Gaivota348pxArte e bancos em Restauradores, término original da rede348px348pxInauguração: 29 de dezembro de 1959 (rede original)15 de julho de 1995 (linha independente)Estações: 18Extensão: 13,7 kmHeadway: Inverno: 4:54 a 12:00 min.Verão: 05:30 a 11:30 min.Fins de Semana: 08:30 a 11:50 min.Frota: ML90, ML95, ML97, ML99

A Linha Azul ou Linha da Gaivota é uma das quatro linhas do Metropolitano de Lisboa. Tem cerca de 13,7 km de comprimento e conta com 18 estações. É a única linha do Metropolitano de Lisboa inteiramente subterrânea, sem qualquer viaduto. Conta com um ramal de serviço com 316 m para ligação à , que entronca imediatamente a sul da estação comum Baixa-Chiado. Em 2004 tornou-se a segunda linha a sair do concelho de Lisboa.

História + datas de inauguração dos troços da de a inauguração 29 de dezembro de 1959 14 de outubro de 1988 18 de outubro de 1997 8 de agosto de 1998 15 de maio de 2004 19 de dezembro de 2007 13 de abril de 2016 A foi inaugurada em 1959 com o troço entre e . Entre 1963 e 1972 foi sucessivamente prolongada desde os até , passando, entre outras, pelas estações do , e .

Na fase inicial do projeto de prolongamentos e desconexão da (PER I), a “nova” linha () - - - () era identificada nos planos (não no terreno) com a letra "A" (que se manteve, ainda que não em uso corrente) e a cor vermelha.

Em 1988 foi prolongada desde Sete Rios até ao e em 1993 desde Alvalade até .

Em 1995 foi concluída a sua desconexão da actual com a construção da estação-interface do , tornando-se assim numa das duas primeiras linhas independentes da rede. miniaturadaimagem|Túnel desativado de ligação Restauradores-Rossio Em 1997, a chegou à e, um ano mais tarde, foi concluída a estação-interface da , com a eliminação da ligação - e a criação da actual a partir do troço - .

Em 2004 a tornou-se na segunda linha a sair dos limites da cidade, juntando a Pontinha à estação da . Em alternativa, chegou a cogitar-se a reintrodução dos elétricos da Carris no eixo Sete Rios - Carnide, desta vez com velocidade e capacidade aumentadas através dos novos veículos articulados adquiridos pela empresa em 1995, prolongado até à Pontinha e à Amadora. Porém, em 1995 já este projeto havia sido abandonado em favor do metropolitano.

Em 2007 a foi prolongada desde Baixa-Chiado até , com passagem pela estação do . Em 2016 foi inaugurada a ligação entre a e a .

A 29 de setembro de 2020, parte do túnel perto da estação desabou, na sequência das obras à superfície levadas a cabo pela Câmara Municipal de Lisboa. Esta situação provocou quatro feridos ligeiros, e levou à interrupção da entre as estações e . De forma a minimizar os transtornos causados, a Carris procedeu ao reforço das carreiras e , com a colocação de mais autocarros em circulação, em horário prolongado.

Parques de Material e Oficinas

Nesta linha tem/teve acesso à rede os P.M.O.s I e III.

P.M.O. I Sete Rios Foi o primeiro Parque de Máquinas e Operações do Metropolitano de Lisboa, tendo servido toda a rede até à desconexão da Rotunda. Entroncava na rede a norte da estação Palhavã (atual Praça de Espanha), na direção Palhavã - São Sebastião. Foi encerrado em meados da década de 1990 e mais tarde transformado em terminal rodoviário para carreiras interurbanas de médio e longo curso.

P.M.O. III Pontinha Está situado em Carnide, ocupando uma área, à superfície, de 17 ha. Na primeira fase da sua construção, estava planeado para estacionamento de 22 composições de 6 carruagens cada, seis vias de inspeção de 105 m cada, e 16 vias de grande reparação de 30 cada.

O ramal de acesso oriundo da Pontinha, com 990 m, passa sob o cais norte desta estação.

Ver também

Evolução do Metropolitano de Lisboa Lista de estações do Metropolitano de Lisboa

Categoria:Metropolitano de Lisboa Categoria:Fundações em Portugal em 1995 Categoria:1995 no transporte ferroviário