Pushinka (, lit. "Fofa") era uma cachorra dada pelo Primeiro-ministro soviético Nikita Khrushchev ao presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy, em 1961. Pushinka era filha da Strelka, que viajou no espaço a bordo do Korabl-Sputnik 2.
Pushinka chegou à Casa Branca de John Kennedy depois que Jacqueline Kennedy conversou com Khrushchev sobre Strelka em um banquete de Estado em Viena. Jacqueline perguntou sobre os filhotes de Strelka, e posteriormente Pushinka foi enviada até a Casa Branca por ordens de Khrushchev. Pushinka foi examinada pela Agência Central de Inteligência (CIA) no Hospital Militar Nacional de Walter Reed devido ao medo de ela estar com algum dispositivo de escuta implantado. Pushinka passou por exames de raios X, ultrassonografia e submetida a testes com detector de metais. Não foi identificado nenhum dispositivo subversivo.
O eletricista e gestor do canil da Casa Branca, Traphes Bryant, treinou Pushinka com amendoins para subir a escada da casinha de brinquedo da Caroline Kennedy e escorregar para o outro lado.
Descendentes esquerda|miniaturadaimagem|A família Kennedy com dois filhotes de Pushinka e outros cachorros da família Pushinka ficou prenhe de Charlie, um dos cachorros de Kennedy, e teve quatro filhotes, cujo presidente, em tom de brincadeira, chamava-os de pupniks. A Casa Branca recebeu cinco mil pedidos de adoção dos filhotes. Dois deles, Butterfly e Streaker foram doados para crianças do Centro-Oeste dos Estados Unidos. Os outros dois, White Tips e Blackie, ficaram na casa de Kennedy em Squaw Island e depois dados para amigos da família, um para Patricia Kennedy e seu marido, Peter Lawford. Pushinka subsequentemente se tornou irascível e "um pouco fria", segundo Caroline Kennedy, que atribuiu esse comportamento devido o fato dela ter crescido em um laboratório científico.
Ver também
Cães do programa espacial soviético Animais no espaço
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