miniaturadaimagem|O Monastério De Nagatsuka Para Jesuítas em Hiroshima tem características de arquitetura de templos tradicionais. miniaturadaimagem|Grupo de Estudos bíblicos japonês. O Cristianismo No Japão está entre as minorias das religiões tradicionais em termos de indivíduos que explicitamente afirmam a sua fé.

De Acordo com o Pew Research Center, há 2.8 milhões de Cristãos no Japão em 2020. In 2019. O número Cristãos no Japão de Acordo com a Agencia Questões Culturais é 1.26 Milhões, diminuindo de 1.9 Milhões.

Nos primeiros anos do século 21, menos de 1% e 1.5% afirmavam ser Cristãos, ou ter alguma afiliação.

De acordo com "2024 Religious Yearbook, (Shūkyō Nenkan)", o Cristianismo No Japão inclui 2,383 Paróquias, 4,367 clérigos, e 1,246,742 aderentes registrados, representando aproximadamente 0.7% dos 172,232,847 aderente religiosos registrados no país. Como indivíduos podem participar de mutiplas organizações, esse ultimo dado pode incluir duplicatas, sendo assim excedendo a população real do Japão,

Ainda que formalmente banida em 1612 e atualmente retratada como estrangeira e "religião do colonialismo", o Cristianismo teve papel no desenvolvimento da relação entre religião e o estado Japonês por mais de 4 séculos. A Maiores Denominações Cristãs, includindo o Catolicismo, Protestantismo, Ortodoxia Oriental e Cristianismo Ortodoxo são representadas no Japão. A cultura Cristã geralmente tem uma imagem positiva no Japão.

Majoritariamente os Japoneses são tradicionalmente da fé Xintóismo ou a fé Budista. A maioria dos casais Japoneses, cerca de 60-70%, são casados em "não-religiosas" cerimonias Cristãs. Isso faz o casamento ser um dos aspectos mais influentes do Cristianismo no Japão Contemporâneo.

Etimologia A palavra para Cristianismo em Japonês é é composta de kirisuto (キリスト) a adaptação Japonesa da palavra Cristo em Português, e a Sino-Japanese palavra para doutrina

História

Missionários e expansão inicial A primeira aparição do Cristianismo no Japão foi com a chegada dos Portugueses Católicos em 1549.O missionário navarrense Francisco Xavier chegou ao Japão com três convertidos católicos japoneses com a intenção de iniciar uma igreja no Japão.

Os Japoneses inicialmente assumiram que os estrangeiros fossem da India, e que o Cristianismo fosse a nova fé Indiana. Essas impressões enganadas se deviam aos laços já existentes entre os portugueses e a Índia; o estado indiano de Goa era uma base central para a Índia portuguesa na época, e uma parte significativa da tripulação a bordo de seus navios eram Cristãos Indianos. miniaturadaimagem|349x349px|O martírio de um padre jesuíta no Japão em 1634, gravura de Gerard Bouttats.

Abertura do Japão miniaturadaimagem|Capitão Herbert Clifford O Capitão Herbert Clifford era um oficial da Marinha Real durante as Guerras Napoleônicas e o fundador da Missão Naval De Loochoo (1843). Clifford trabalhou como missionário para o Reverendo Bernard Jean Bettelheim, quem foi o primeiro Cristão missionário para Okinawa.

Depois que o Japão foi aberto a uma maior interação estrangeira em 1853, muitos Cristãos clérigos foram enviados de igrejas Católicas, Ortodoxas e Protestantes, meso que o proselitismo ainda fosse banido. Após a Restauração Meiji, liberdade de religião foi introduzindo em 1871, dando a todas as comunidades Cristãs o direito de existir e pregar. miniaturadaimagem|391x391px|Uma estátua de Jesus em Yokohama Quaker teve um impacto significativo no Japão. O Quaker Estadunidense Elizabeth Janet Gray Vining havia sido contratado pelo Imperador Hirohito em 1946 para ser tutor privado de seu filho, príncipe herdeiro Akihito. Ela o ensinou Inglês e introduziu à todas as crianças da Casa Imperial cultura e valores Ocidentais. "Vining foi escolhida não porque ela era apenas Quaker Pacifista mas também uma autora de livros infantis, quem os Japoneses esperavam ser simpática com o príncipe herdeiro em meio a confusão pós-guerra. Alguns também escrevem que o lado imperial achou Vining mais ideal do que o outro candidato [um Presbiteriano], pois ela, tendo perdido seu amado marido em um acidente, tinha experimentado a maior tristeza na vida e, portanto, teria compaixão pelos outros.Why an American Quaker tutor for the crown prince? An Imperial Household strategy to save Emperor Hirohito in MacArthur's Japan.” Kaoru Hoshino, Master's Thesis, U. of Pittsburgh, 2010

Propaganda Anticristã No Japão moderno, o Cristianismo enfrenta o legado da hostilidade que está enraizada em preconceitos culturais e etnocêntricos e anticristãos. Campanhas históricas, especialmente aquelas que tinha como alvo o Catolicismo e a Ordem Jesuíta, foram movidos por motivos políticos, ideológicos, religiosos e sociais. Jesuítas eram comumente retratados como agentes maliciosos e acusados de exagero ou de ações implausíveis.Do Inglês, Lupieri, Edmondo F. Em nome de Deus: a formação do cristianismo global. Wm. B. Eerdmans Publishing, 2011. p. 190, “Muitos interesses diferentes apoiaram a campanha anticatólica, antiportuguesa e antijesuíta... Esta última acusação é particularmente inacreditável, mas os elementos da propaganda política ou religiosa não precisam ser realistas ou mesmo credíveis. Eles só precisam ser acreditados.”. Revindicações que refletiam um mais amplo, e fanático esforço para difamar missionários Cristãos e estrangeiros, usando o sentimento etnocêntrico para enfraquecer a presença do Cristianismo no Japão.

Essa narrativa anticristã persiste em alguns discursos acadêmicos, onde interpretações tendenciosas continuam a distorcer o entendimento histórico. Alguns estudiosos usam práticas metodologicamente falhas, como se basear em fontes da era Meiji, produzidas quase três séculos apos o período Sengoku, como se fossem uma fonte primária.Do Inglês, Yamashita, Yosuke. “Um estudo sobre as perseguições de templos e santuários em Takatsuki.” Boletim da Escola de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Waseda, Volume Separado, vol. 15, nº 2, 30 de março de 2008, pp. 1-13. p. 3. Como a maioria das cartas permanecem não traduzidas, muitos historiadores Japoneses baseiam em traduções limitadas de documentos Portugueses, que é está de longe serem relatos de testemunhas oculares ou fontes primárias.Among Japanese historians, proficiency in reading Portuguese documents, as demonstrated by scholars such as Yoshitomo Okamoto and Kiichi Matsuda, remains exceedingly rare. Even these individuals, whose academic training is primarily in linguistics, often lack specialized expertise in critical fields such as Japanese history, Jesuit theology, or Portuguese legal history. This limitation hinders their ability to fully contextualize and interpret such sources within the broader historical and cultural framework.Do Inglês, Amaro, Bébio Vieira. "Pesquisa sobre o estabelecimento da cidade portuária de Nagasaki." Revista da Sociedade de Historiadores da Arquitetura do Japão 67.2 (2016): pp.3-4

Cultura O Japão continua sendo uma das nações mais seculares do mundo de acordo com a Pesquisa Mundial de Valores.

O Cristianismo no Japão está difundido em muitas denominações e afiliações. No inicio dos anos 2000, 70% das Igrejas Japonesas tinham uma média menor que 50 de adesão, mesmo que sua comunidade fosse normalmente o dobro desse valor.

Feriados A celebração dos feriados Cristãos selecionados ganhou popularidade no Japão desde a Segunda Guerra Mundial, primariamente através de eventos comerciais, com um ênfase em compartilhar tempo com as pessoas queridas, família ou pessoas próximas.

Com exceção de uma minoria, a Páscoa como celebração Cristã, não é normalmente marcada por nenhum tipo especial de celebração, ainda assim existem relatos que mostram o crescimento da Páscoa como celebração popular.

Arte e Mídia Arte Cristã no Japão data no século XVI, com santuários e obras tradicionais Japonesas representado a fé Cristã dentro do Japão. Quando Cristianismo era ilegal no Japão, os Cristãos locais desenvolveram for distintivas para a arte Cristã, para a literatura, e para práticas culturais.

Categoria:Cristianismo no Japão Categoria:!Artigos com texto em japonês

Principais Denominações

Catolicismo miniaturadaimagem|Basílica dos Vinte e Seis Santos Mártires do Japão, Japão O Catolicismo no Japão opera em junto com a Igreja Católica ao redor do mundo sobre a autoridade do Papa em Roma. Em 2021 haviam aproximadamente 431,000 Católicos no Japão (0,34% da população total), sendo 6,200 do clérigos religiosos e seminaristas.Do Inglês, Lupieri, Edmondo F. Em nome de Deus: a formação do cristianismo global. Wm. B. Eerdmans Publishing, 2011. p. 190, “Muitos interesses diferentes apoiaram a campanha anticatólica, antiportuguesa e antijesuíta... Esta última acusação é particularmente inacreditável, mas os elementos da propaganda política ou religiosa não precisam ser realistas ou mesmo credíveis. Eles só precisam ser acreditados.” O Japão tem 15 a dioceses, incluindo três arquidiocese metropolitana, com 34 bispos, e 1,235 padres, e 40 diáconos espalhados através 957 igrejas (Paróquia, Missão cristã, centro de Assembleias).Do Inglês, Statistics of the Catholic Church in Japan. "Facilities", p. 2. Tokyo: Catholic Bishops' Conference of Japan. Retrieved from https://www.cbcj.catholic.jp/wp-content/uploads/2022/08/statistics2021.pdf. Os santos padroeiros do Japão são Fransisco Xavier e são Pedro Baptista.

Quando Francisco Xavier chegou no Japão em 1549 como primeiro missionário Católico no arquipélago, o Catolicismo foi o primeiro contato do Japão com o Cristianismo organizado. A Igreja Católica permanece como a única principal fonte de Cristianização no Japão até a queda do Xogum em 1867 e a Restauração Meiji em 1868. A Companhia de Jesus começou missões inicias, depois juntou-se a menos cautelosa ordem Franciscana. Vinte missionários Católicos operavam no Japão em 1570.

Nagasaki se tornou o centro do Catolicismo Japonês, e manteve laços estreitos culturais e religiosos com a suas origens Portuguesas. Esses laços foram severamente danificados quando o Cristianismo havia sido proibido no inicio do século XVII, nesse momento o Catolicismo foi se tornou clandestino, seus ritos foram preservados pelos Kakure Kirishitan, ou , que continuaram praticando sua fé de forma privada. esquerda|miniaturadaimagem|Hasekura Tsunenaga, o samurai que liderou uma expedição Japonesa para ver o Papa e foi convertido ao Catolicismo. O samurai Hasekura Tsunenaga liderou uma missão diplomática, acompanhado por mais de cem Japoneses Cristãos e vinte e dois samurais, para ver o Papa Paulo V. Hasekura chegou em Acapulco, no México (e depois no Vice Reino da Nova Espanha) em 1614, e viajaria para a Espanha. Após se encontrar o Rei Filipe III, Hasekura foi batizado pela Igreja Católica com o nome de Felipe Fransisco de Fachicura. Após viajar da França para Roma, Hasekura retornou ao Japão em 1620 e foi forçado e renunciar sua religião adotada depois que o Cristianismo foi banido.

Uma multidão de Japonese Católicos foram brutalmente torturados por sua fé, então se tornado Mártires. Muitos desses mártires foram canonizados, e seu memorial litúrgico é celebrado todos os anos no dia 6 de fevereiro em honra para a fidelidade deles "Para Cristo e sua Igreja" até a morte.

Em 1981 o Papa João Paulo II fez uma visita ao Japão, em que ele conheceu pessoas Japonesas, o Clérigo, e os leigos, houve uma Santa Missa no Estádio de Korakuen (Tokyo), e visitou o Parque Memorial da Paz de Hiroshima, e o Museu e Monumento dos Vinte e Seis Mártires em Nagasaki,a cidade da Imaculada fundada por São Maximiliano Maria Kolbe em Nagasaki, e outros lugares. O Papa Francisco também visitou o Japão em 2019.

Ortodoxia Oriental miniaturadaimagem|240x240px|A Catedral Da Sagrada Ressurreição, em Chiyoda, Tokyo.