António Miguel Alegria (Évora, 8 de Abril de 1958 - 12 de Agosto de 2022) foi um museólogo português, com uma carreira ligada ao Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, em Évora.

Biografia Nasceu na cidade de Évora, em 8 de Abril de 1958. Frequentou a Universidade Autónoma de Lisboa, onde se licenciou em História, e a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde concluiu o mestrado em museologia e património.

Teve uma carreira destacada no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, em Évora, onde se empregou como guarda em 1987, tendo ascendido ao posto de director em 2011, substituindo António Camões Gouveia, professor na Universidade Nova de Lisboa. António Miguel Alegria ocupou aquela posição durante cerca de uma década, até Março de 2021. Manteve igualmente um forte interesse em arqueologia, tendo colaborado na campanha de 1986 no Cromeleque dos Almendres, e sido responsável pela divisão de arqueologia do museu durante vários anos. Participou na Comissão Municipal de Arte, Arqueologia e Defesa do Património, como representante do museu, e foi comissário em várias exposições naquele espaço, nomeadamente Rostos de Roma - retratos romanos do Museo Arqueológico Nacional de Espanha, Tesouros do Museu de Évora, e Desenhos de Joaquim Bravo.

Faleceu em 12 de Agosto de 2022, aos 64 anos de idade, vítima de uma doença prolongada. Na sequência da sua morte, o Museu Manuel do Cenáculo emitiu uma nota de pesar, onde o recordou como «uma pessoa que deu bastante à instituição», principalmente do ponto de vista da arqueologia.

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