Carlos Antonio Giménez (nascido em 17 de janeiro de 1954) é um político e bombeiro aposentado estadunidense nascido em Cuba, que atua na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos desde 2021, representando o 28º distrito congressional da Flórida desde 2023, tendo representado anteriormente o 26º distrito em seu primeiro mandato. É membro do Partido Republicano.

Antes de ser congressista, Giménez foi prefeito do condado de Miami-Dade de 2011 a 2020. Foi também comissário do condado de Miami-Dade de 2003 a 2011 e chefe do Corpo de Bombeiros de Miami (Miami Fire-Rescue Department). Embora tenha apoiado Hillary Clinton na eleição presidencial de 2016, candidatou-se em 2020 com o apoio e o endosso do presidente Donald Trump, derrotando a então deputada democrata Debbie Mucarsel-Powell.

Giménez é um dos whips assistentes republicanos, sob a liderança de Steve Scalise.

Infância e formação Giménez nasceu em Havana, Cuba, em 1954, numa família de prósperos proprietários de terras da província de Oriente. Sua família emigrou para os Estados Unidos após perder suas terras na Revolução Cubana e nas reformas agrárias subsequentes, estabelecendo-se na região que viria a ser conhecida como Pequena Havana, em Miami.

Giménez estudou na Christopher Columbus High School, perto de Miami, e obteve o diploma de bacharel em administração pública pela Barry University. Em 1993, concluiu o Programa para Executivos Seniores em Governo Estadual e Local na John F. Kennedy School of Government da Universidade Harvard.

Vida pessoal Giménez é católico e casado com Lourdes Portela, com quem teve três filhos.

Ameaças ao Brasil Em 9 de agosto de 2026, Giménez publicou no antigo Twitter uma montagem com o presidente do Brasil Lula da Silva, feita sobre uma foto de Nicolás Maduro após ser sequestrado pelos militares dos Estados Unidos. Na imagem, Lula está vendado e segura uma garrafa de Cachaça 51 nas mãos, encimado pela frase em português "o que o espera... #Brasil". Em resposta, a conta do deputado foi alvo de um "vampetaço".

Horas antes, Giménez havia usado suas redes sociais para chamar o presidente do Brasil de "corrupto e criminoso", imputando-lhe a culpa pela deterioração nas relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos. Javier Milei, presidente da Argentina e apoiador de Flávio Bolsonaro, compartilhou a imagem em seu perfil no X, com o comentário irônico "UPs!".

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