thumb|right|250px|A secretária de Estado dos Estados Unidos, Condoleezza Rice, reúne a Comissão em dezembro de 2005 A Comissão de Assistência a uma Cuba Livre (United States Commission for Assistance to a Free Cuba — CAFC) foi criada pelo presidente dos Estados Unidos George W. Bush em 10 de outubro de 2003, com o objetivo — segundo ele — de explorar formas pelas quais os EUA poderiam ajudar a acelerar e facilitar uma transição democrática em Cuba.

Membros Em sua criação, em 2003, a comissão foi presidida pelo então secretário de Estado, Colin Powell. Desde 2005, a comissão é copresidida por Condoleezza Rice e Carlos M. Gutierrez.

Os membros da comissão incluem todas as agências de nível ministerial. As agências centrais responsáveis pelo funcionamento diário da comissão incluem o secretário de Estado (presidente); o secretário de Habitação e Desenvolvimento Urbano; o secretário do Tesouro; o secretário de Comércio; o secretário de Segurança Interna; o Assistente do Presidente para Assuntos de Segurança Nacional; e o administrador da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional, ou seus representantes. O grupo central realiza o trabalho cotidiano da comissão. Qualquer agência do governo dos EUA pode ser chamada a apoiar o trabalho da comissão, por autoridade concedida pela Diretiva Presidencial de Segurança Nacional nº 29, para criar e designar grupos de trabalho.

Primeiro relatório O primeiro relatório da comissão foi divulgado ao público em 6 de maio de 2004. Ele estabeleceu um plano para promover mudanças na ilha e apontou diversas áreas de problemas percebidos, bem como soluções para resolvê-los.

Segundo relatório A comissão divulgou um segundo relatório em julho de 2006, que se baseou nas conclusões do primeiro. Também foi publicado o "Compact with the Cuban People" ("Pacto com o Povo Cubano"), que comprometia o governo dos EUA a apoiar um governo de transição.

Resposta do governo cubano Fidel Castro chamou Rice de mulher "louca" e referiu-se ao chefe de missão dos EUA em Havana, Michael E. Parmly, como um "gângsterzinho" e um "valentão". Ele insistiu que, apesar da formação da comissão, Cuba está, ela própria, "em transição: para o socialismo [e] para o comunismo" e que é "ridículo os EUA ameaçarem Cuba agora".

Ver também Oposição a Fidel Castro Eleições em Cuba

Referências

Ligações externas "Report to advise Bush on post-Castro Cuba" (Reuters)

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